Quilombolas têm quase um milhão de hectares no Brasil
O levantamento Terras Quilombolas: Balanço 2008, divulgado recentemente pela Comissão Pró-Índio de São Paulo, revela que os territórios quilombolas regularizados no Brasil estão chegando à marca de um milhão de hectares.
Essa área - mais precisamente, 980 mil hectares - está distribuída em 96 territórios quilombolas e 185 comunidades. Se considerarmos todos os títulos já concedidos (incluindo os não regularizados, cujo valor legal ainda pode ser questionado), a conta passa de um milhão de hectares (1.171.213 até setembro de 2008).
Embora os números pareçam significativos, a própria Comissão Pró-Índio ainda os considera pequenos em relação à quantidade de comunidades quilombolas existentes no país, estimada em três mil.
A luta pela titulação das terras dos remanescentes de quilombos no Brasil é antiga e ganhou força a partir da Constituição Federal de 1988, que garantiu às comunidades o direito a suas terras.
“Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos”
(Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - Constituição Federal de 1988)
Em 2008, o movimento pela titulação e regularização das terras quilombolas sofreu um grande revés, quando foi publicada a Instrução Normativa no. 49, que vincula a abertura de processo para titulação das terras a uma certidão emitida pela Fundação Cultural Palmares.
Na prática, segundo a Comissão Pró-Índio, a nova regra desrespeitaria o direito à auto-identificação, garantido pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e no Decreto 4887/2003. Entenda o longo processo para titulação de terras quilombolas.
O documento divulgado pela Comissão Pró-Índio também alerta para a queda da titulação das terras quilombolas pelo governo federal. Nenhum território foi titulado em 2008 e apenas dois em 2007.
No ano passado, as titulações foram decorrentes de processos estaduais, emitidos pelos governos do Pará, Piauí, e Maranhão. No total, foram beneficiadas 1225 famílias em 23 comunidades e 16 territórios quilombolas. A área titulada passou de 36 mil hectares, sendo 25 mil apenas no Pará.
Segundo o relatório, um dos entraves à concessão mais ágil dos títulos é a pouca capacidade do Incra em atender à demanda.
“Dados de dezembro de 2008 indicam que dos mais de 600 processos abertos pelo Incra somente 220 tiveram algum andamento. O restante apenas recebeu um número de protocolo”, indica o texto.
O documento também faz um apanhado das disputas judiciais envolvendo os territórios quilombolas, no qual observa que as ações tentando paralisar os processos atingem apenas 14 terras quilombolas, pouco se considerarmos os 600 processos em curso.
A primeira comunidade a receber o título de terra na condição de remanescente de quilombola no Brasil foi a comunidade de Boa Vista, no município de Oriximina (PA), concedido pelo Incra em 1995. Na ocasião, 112 famílias receberam 1.125 hectares de terra.
Geralmente associados no imaginário popular a núcleos de resistência de negros fugidos contra a escravatura, estudos recentes as comunidades de quilombo se constituíram a partir de uma grande diversidade de processos.
Esses processos incluiriam as fugas com ocupação de terras livres e geralmente isoladas, mas também as heranças, doações, recebimentos de terras como pagamento de serviços prestados ao Estado, simples permanência nas terras que ocupavam e cultivavam no interior de grandes propriedades, bem como a compra de terras, tanto durante a vigência do sistema escravocrata quanto após sua abolição.
“O que define o quilombo é o movimento de transição da
condição de escravo para a de camponês livre”
(texto da Comissão Pró-Índio de São Paulo)
O que caracterizava o quilombo, portanto, não era o isolamento e a fuga, mas a resistência e a autonomia.
Ou seja, para além de um passado de rebelião e isolamento, a classificação de comunidade como quilombola dependeria de como aquele grupo se compreende e se define - daí a importância da auto-identificação, na perspectiva da Comissão Pró-Índio.
Para a Comissão, entretanto, a principal motivação da Instrução Normativa nº 49/2008 não é conceitual e, sim, um mecanismo de impor “novos empecilhos burocráticos ao processo destinado a identificar e titular as terras quilombolas”.
Em texto publicado no seu site, a entidade se posiciona claramente:
- O recuo é uma clara tentativa de contemporizar com os interesses contrários de grupos econômicos e de parlamentares da base aliada do governo que vêem questionando na imprensa e no legislativo a legitimidade dos direitos quilombolas.
(fotos: Arquivo Ministério do Desenvolvimento Agrário [1]; André Cypriano [2]; Arquivo Ministério do Desenvolvimento Social [3])



Nada contra a terra indigena ou quilombola, mas nao podemos nos esquecer dos imigrantes que vieram para ca, trabalhar em condições semi-escravidao, onde laboravam em troca de comida nas “vendas” dos fazendeiros.
Comentário por joao canpania — 11 de março de 2009 @ 9:02
porque algumas comunidades ainda não conseguiram o beneficio de titular as famosas terras requeridas com a lei.?como no caso aqui de sertão-rs.atenciosamente.
Comentário por evandro — 11 de março de 2009 @ 9:12
o minimo que eles poderia ter,depois de 300anos, sem terra, sem salarios e sem escolas,com essa divulgação é um
prato cheio pra os grileiros e exploradores,patifes,aventureiros,antigo donos de escravos
Comentário por deolho — 11 de março de 2009 @ 9:13
olhe que interessante
Comentário por silvia — 11 de março de 2009 @ 9:46
Essa gente que defende quilombola em sua maioria é um bando de aproveitadores. O Estado brasileiro já não deve mais nada pra descendente de escravo não. Qual o critério q os negros acham justo na redistribuição de terra? Nenhum, só querem mais e mais. Usam alguns poucos casos de pessoas realmente necessitadas e que realmente vivem da terra onde vivem mas sem sua posse, para legitimar as coisas mais imorais na restituição indenizatória de valores imobiliarios em bairros nobres e de interesse estratégico militar. É uma vergonha viver num país com esse tipo de gente.
Comentário por Marcelo Tchelo — 11 de março de 2009 @ 9:48
Das piores coisas que vem acontecendo no Brasil é a inquestionabilidade das posições dos movimentos “sociais”. Parecem deter a verdade, contra eles ninguem pode contrariar pois sera rotulado de racista, de elite, de latifundiario, ou “só” de ignorante alienado.
Eu sou contra os critérios q o Incra adota na definição do que é ou não quilombo e sua extenção. Mas movimentos negros, q não são representativos, estão impondo a ditadura moral negra.
Comentário por Indagador — 11 de março de 2009 @ 9:59
Também quero o meu pedaço de terra porque, embora trabalhe a 25 anos para o governo brsaileiro, nem casa própria possuo. Ademais, nas veias de todos os brasileiros corre sangue negro, tanto quanto índio ou europeu. Portanto, não só o de pele escura Senhores tem direito à terra!!! E, pra falar a verdade, exploração e escravidão também sobrevieram sobre outros povos no Brasil - índios e europeus, sobretudo os japoneses no interior de São Paulo. Muitos há que se aproveitam do fato para levar vantagens - é o caso dos pretensos quilombolas de Alcântara-Ma que ora são capitaneados pelo Deputado Federal Domingos Dutra do PT-MA que prega a resistência armada para a não cassação do mandato do governador Jackson Lago e é o maior incentivador para a destruição do projeto espacial Brasileiro no Centro de Lançamento de Foguetes de Alcântara. DETALHE: ele mesmo é detentor de terras no município citado, como se fosse quilombola. De certo é negro, mas de besta não tem nada.
Comentário por Arley Silva — 11 de março de 2009 @ 10:10
Isso ainda é pouco p/ o tamanho da desigualdade que tem entre negros e brancos.
O sistema escravocata q se dizem abolido, após 120 anos de abolição não tem nada, apenas virou uma escravidão moderna, onde os negros não conseguem um salário igual ao do branco, não conseguem os mesmos status q os dos brancos…
Foi simples dar a “liberdade” para os negros, mas e aí, p/ onde foram, e as oportunidades de trabalho, de estudo, esta situação nós vemos até os dias de hoje, onde vivem excluídos, nas periferias ou trabalhando como subordinados e não como suditos,são raros os negros que estão em um cargo alto numa empresa ou cursando uma faculdade de nome.
O Brasil ainda deve e muito aos afro-descendentes e ainda tem gente que vem falar que somos “APROVEITADORES”…
Comentário por Edinho — 11 de março de 2009 @ 10:12
E eu, que direitos tenho, como homem branco e trabalha p/ viver? Não sou gay, nem quilombola, nem índio, nem membro do MST. Além de não ter qualquer privilégio, ainda tomam uma boa parte do que eu ganho para sustentar as minorias. Como diz o Luis Fernando Veríssimo, me sinto um pária discriminado.
Comentário por Francisco — 11 de março de 2009 @ 10:12
TUDO MUITO INTERESSANTE; PORÉM - COMO JÁ FOI COMENTADO AQUI - OS DESCENDENTES DE IMIGRANTES QUE VIERAM DESBRAVAR ESTAS TERRAS, INCLUSIVE COM O RISCO DA PRÓPRIA VIDA, NÃO RECEBEM O MESMO TRATAMENTO! PELO CONTRÁRIO, AQUI NO SUL ESTÃO PERDENDO SUAS PROPRIEDADES - COM ESCRITURA - PARA OS ÍNDIOS, CUJAS PRETENSÕES SÃO “OBSCURAS”…! TRATAMENTO IGUALITÁRIO, NO MÍNIMO! EU - JUSTUS - FALEI…!!!
Comentário por JUSTUS — 11 de março de 2009 @ 10:13
Acho que nenhuma raça possue maior direito que outra, isso que é um início de um movimento racita, na história, praticamente todos os povos foram escravizados de alguma forma e esse negócio de colocar os descendentes de europeus como vilão é ridículo e completamente irresponsável…um tremendo racismo !!
Comentário por Alexandre — 11 de março de 2009 @ 10:13
É óbvio demais que na verdade a maioria destas terras estão indo para pessoas influentes, usam os pobres coitados como fachadas, e é lógico que tem muita gente no INCRA e outros setores recebendo o seu para facilitar mais essa pouca vergonha. Esse país não é sério, e o povo brasileiro não faz nada, apenas bate palmas e finge que não é com ele.
Comentário por Emerson — 11 de março de 2009 @ 10:13
Isto tem que ser legalizado para no mínimo tirar nossa diferença entre os Estados Unidos, que podem falar um monte de coisa contra, mas isto, não apagará o brilho conquistado quando do final da escravatura! Olhe que aconteceu antes que no Brasi. Vamos a grande diferença citada acima, ACABA A ESCRAVATURA, CADA NEGRO RECEBE COMO AJUDA PARAR REINICIAR SUAS VIDAS um burro e um acre de terra. Por outro lado, no Brasil, que fizerem os fidalgos e babões da ricada da ex-colônia NADA! INCLUSIVE ATRASOU-SE pelo interior do Brasil, tem informações alguns lugares a Lei Áurea DEMOROU A CHEGAR. Está na hora. Legalização e desenvolvimento educacional. Não apenas essa legalização que já existe há muito tempo! Vamos fazer justiça histórica! Saudações para uma sociedade melhor. Justa!
Comentário por mauro barbosa — 11 de março de 2009 @ 10:14
Para completar a postagem anterior: Reza a máxima que em se tratando de Soberania nacional, seja no Brasil ou algures, não há o que se falar em direitos difusos. Contudo, no país tupiniquim, a regra é esquecida para apoiar intereses mais que escusos. Assim, o projeto espacial brasileiro está morrendo e pagamos milhões de dólares por aluguel de canais de Tv e toda sorte de comunicação - por isso nossas contas de celulares, telefones fixos, assinaturas de Tv são caras. Matam o projeto espacial que poderia reduzir tais custos e motivar o crescimento reginal. Mas não, o que importa é deixar o povo de Alcantar-MA tocando tambor, coisa corriqueira e tradicional na região, vivendo da agricultura de subsistência (que morreu co o bolsa família), levando à fome e doenças, simplesmente para manter um modo de vida evidentemente inferior mesmo a dos africanos. É de dá dó.
Comentário por Arley Silva — 11 de março de 2009 @ 10:19
Não se transige quando o interesse nacional está em jogo, não se transige diante de uma estratégia de crescimento nacional - do ntrário é burrice!!!
Comentário por Arley Silva — 11 de março de 2009 @ 10:24
acho que primeiro temos que debater quem é humano,ridiculo,limitado que so usa 10% da sua cabeça animal,mas vc ainda acredita que é dr.padre,engenheiro,médico,empresario,policial que esta contribuindo para o nosso belo quadro social(R.SEIXAS)
aí esta incluso,lalau,banestado,cacciolla,georgina,eike batista,roubo de merenda escolar,horas extras do senado,favelamento etc etc
agora 300 anos, sem escola, sem salario, sem terra,achar isso normal ou que vc é negro,porque? so os negros enxergam seu passado? Na verdade
acho que são animais que so usam 10% da cabeça pra mostrar que é imcopetente,priguicoso,oportunista,trapaceiro,violento,covarde e ladrão…coitado do planeta! deve sobrar so os hum milhão de hectares dos quilombolas, se sobrar
Comentário por deolho — 11 de março de 2009 @ 10:52
SÓ UMA FRASE. QUANDO VAI ACABAR O ACISMO CONTRA OS BRANCOS.
Comentário por COMPROMETEDOR NOS DIAS DE HOJE. — 11 de março de 2009 @ 11:01
Se formos analisar a nossa história, a oferta de terras para os ex-escravos feita por Dom Pedro II por volta do fim do século XIX teria sido o 1º movimento de reforma agrária (organizado, a princípio) do Brasil, que ainda não era país.. era império… Sim… Dom Pedro II prometeu isso… Mas, como nosso país é o mesmo nas promessas ontem hoje e sempre… Esse povo ficou sem lugar pra morar assim que a escravidão foi de fato banida no país no final do séc XIX… E a falta de moradias agravou-se com a vinda de estrangeiros para trabalhar nas terras que deveriam ter sido entregues aos ex-escravos… Enfim, enfim, dívida histórica tem que ser paga, antes tarde do que nunca.
Comentário por Marjorie — 11 de março de 2009 @ 11:02
QUANDO OSDESCENDENTES DE COLONIZADORES BRANCOS EUROPEUS NO BRASIL VÃO DEICHAR DE SER DISCRIMINADOS PELAS LEIS DOS QUILOMBOLAS
Comentário por COMPROMETEDOR NOS DIAS DE HOJE. — 11 de março de 2009 @ 11:03
Se é pra distribuir terra, que mandem o meu pedaço !!!
Se continuar assim vai faltar Brasil pra dividir.
Já está na hora da coisa mudar e todo mundo trabalhar.
Mais trabalho e menos paternalismo.
Comentário por MARCOS — 11 de março de 2009 @ 11:12
“Nada contra a terra indigena ou quilombola, mas nao podemos nos esquecer dos imigrantes que vieram para ca, trabalhar em condições semi-escravidao, onde laboravam em troca de comida nas “vendas” dos fazendeiros.(Comentário por joao canpania — 11 de março de 2009 @ 9:02 )”
De que imigrantes que o Sr Joao Campania fala? Ou seria uma nova concepção sobre “venda”? E dentro desta nova concepção, a idéia de que tudo o que fora concedido aos imigrantes pelo então “Imperador do Brasil”, deixou de valor depois da abolição dos escravos e da proclamação da República? E, sendo asim, tudo continua sendo dos “fazendeiros”?
Comentário por Neil Armstrong — 11 de março de 2009 @ 11:13
Achar que o país deve aos que têm qualquer traço de sangue negro é de uma mipia atroz. E conveniente, pois atende a interesses perversos. Quem é branco, heterossexual, homem, casado , não promíscuo e classe média se ferra, porque não ganha nenhuma teta gorda nem privilégios de ninguém. Os negros deveriam experimentar os direitos e DIFICULDADES de viver a igualdade de condições. Querem acesso a salarios melhores e ingresso no ensino superior? Pois bem, que tenham ensino público de ponta. E nada mais. Que é como pessoas decentes competem na selva urbana: contando com a educação que tiveram e vontade para o trabalho. Nada de pedir privilégios para compensar erros históricos de mais de um século. Já pensaram em exigir das tribos africanas que venderam seus afro-antepassados aos brancos alguma compensação pelo “erro histórico?
Comentário por zumbi zamba — 11 de março de 2009 @ 11:18
Concordo com o Francisco. Para conseguirmos um teto, como trabalhador da classe média, o jeito é se declarar negro, homossexual ou sem teto. Ou ainda, se filiar a esses movimentos sociais.
Comentário por Eduardo — 11 de março de 2009 @ 11:18
O mais interessante é que nenhum deles foi escravo… Aqueles que realmente sofreram os abusos daquela época morreram sem direito a nada…
Sobraram agora os aproveitadores, que não querem trabalhar… O que eles precisam é de altas doses de vergonha na cara!
Tenho certeza que se eu puxar minha árvore genealógica vai ter algum escravo ou índio, então quero minha parte também!
Comentário por Ricardo — 11 de março de 2009 @ 11:40
Neil Armstrong - Não concordo com a visão do João, mas apenas uma ressalva: o termo”Venda” usado por ele refere-se aos armazéns que os fazendeiros mantinham em suas fazendas, onde os colonos eram obrigados a comprar por preço abusivos, e o que ganhavam ficava pára pagar a comida.
Comentário por Veliko — 11 de março de 2009 @ 11:49
¬¬. AFFIS NADA A VEER .
DÃÃH EOL SOU BRANQUINHAA E NUM TENHU PRECONCEITO NENHUUM E EOL ACHO Q TODOS DEVEMOS SER TRATODOS IGUAIL =*.
RBD EOOOOL TEEEE AMOOOOO CHAVIÑÓN HASTA EL FIN !
Comentário por RBD PRA SEMPRE — 11 de março de 2009 @ 11:51
A elite dos movimentos negros agradecem todo dia por ter existido escravidão.
Seus antepassados sofreram, e quem se dá bem são eles. Sem ao menos honrar sua história, que não é por meio de indenização não, mas de trabalho e contrução de uma sociedade justa e igualitaria, o que é totalmente o oposto do que fazem.
Comentário por Jebão — 11 de março de 2009 @ 11:54
CONCORDO COM O RICARDO CLARO ELE TEM TODA A RAZÃO ELES TENQ TOMAR VERGONHA NA CARA E IR PROCURARA EMPREGO ISSO SIIM .
Comentário por RBD PRA SEMPRE — 11 de março de 2009 @ 12:00
Criação indiscriminada de quilombos, cotas, auxilios especiais a um grupo de pessoas por conta de sua cor de pele só fomenta o racismo entre os beneficiados e excluidos.
Digo beneficiados, e não negros, pois quem aqui no Brasil é negro de fato? Quem não tem descendencia de brancos também?
Por que essa superioridade “da raça” negra sobre a branca? O filho da miscigenação é negro por que?
Pq descendentes de ambas as raças tem beneficios do Estado, sendo que, aceitando o argumento de reparação histórica, de um lado são descendentes de vitimas e de outro de feitores da escravidão?
Comentário por Branco Melo — 11 de março de 2009 @ 12:01
Prezado Jornalista Iuri Urbim:
Gostaria de tua autorização para futura publicação das matérias referentes aos quilombolas no site http://www.sjds.rs.gov.br da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social ( SJDS) do Estado do Rio Grande do Sul.
O Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra ( CODENE) é subordinado a Secretaria.
Nosso conselho trabalha com os Quilombolas do Estado, desta forma
tuas matérias são ótimas. Jorn. Themis Marçal
Comentário por Themis Marçal — 11 de março de 2009 @ 12:02
Marjorie - Vc disse que o Brasil não era um país…Desculpe-me. Era um país independente, cuja forma de governo era o Império. O projeto da Princesa Izabel, era de indenizar os negros libertos com terras, mas veio à república e este projeto não foi adiante. O que aconteceu eh que a republica indenizou os fazendeiros e não os negros ex-escravos.
Comentário por Veliko — 11 de março de 2009 @ 12:02
Y SOY REBELDE CUANDO NO SIGOS LOS DEMAS YO SOY REBELDE!
KKKKKKKKKKKKKKKK³³³³³
GENTE NADA A VEER VOLSES FIKAREM COMENTANDO SOBRI ISSO ¬¬.
MÓ K-O KKKKKKKKKK³³.
SÓ OS NERD’S
Comentário por DULCE — 11 de março de 2009 @ 12:03
Acho que a maioria dos comentários já disse tudo. Quando foi abolida a escravidâo? teremos que bancar os descendentes até quanodo?
Não vejo lógica nem direitos dos mesmos, vejo sim um bando de crápulas ( vide Domingos Dutra do PT - MA - Tinha que ser do PT ) que se aprovitam das bobagens do Incra para encher seus bolsos.
Esqueceram dos japoneses que foram tratados pior que escravos no estado de São Paulo, chineses,italianos, etc.
Comentário por PAULO RBERTO — 11 de março de 2009 @ 12:03
O Estado ensina que minha mãe estava errada ao me educar. Na verdade não somos iguais, não temos os mesmos direitos e deveres, não estamos no mesmo barco não, ser brasileiro não significa nada, lutar pelo Brasil não significa nada, o importante e lutar por sua etnia. Se querem introduzir o racismo aberto no Brasil vamos lá… que tal as outras etnias também se organizarem pra tirar do país o máximo q pode em detrimento de etnias diferentes??? Querem ir pro pau?
Comentário por Branco Melo — 11 de março de 2009 @ 12:07
O mais interessante é que nenhum deles foi escravo… Aqueles que realmente sofreram os abusos daquela época morreram sem direito a nada…
Sobraram agora os aproveitadores, que não querem trabalhar… O que eles precisam é de altas doses de vergonha na cara!
Tenho certeza que se eu puxar minha árvore genealógica vai ter algum escravo ou índio, então quero minha parte também!
Comentário por REBECA — 11 de março de 2009 @ 12:07
“Os negros deveriam experimentar os direitos e DIFICULDADES de viver a igualdade de condições. Querem acesso a salarios melhores e ingresso no ensino superior? Pois bem, que tenham ensino público de ponta. E nada mais. “. Comentário das 11:18.
E desde quando existe ensino público de ponta??? Os negros querem sim experimentar os direitos e DIFICULDADES de viver a igualdade de condições. Temos que parar de achar que Negro que luta pelos seus direitos é aproveitador. Se tem meia duzia que está “pisando na hora”, que seja processado, oras.
E mais a mais, até esse ensino público de ponta chegar, o que vocês querem que os negros façam?
Comentário por Sergio — 11 de março de 2009 @ 12:32
O blog poderia sair com uma matéria com a quantidade (em dezenas de milhões) de terra que possuem os latifundiários grileiros do país, defendidos pela maioria dos que aqui publicaram comentários.
Para estes mando o seguinte recado: vocês já tem 250 artigos da Constituição TODINHOS pra garantir as mordomias seculares de voces… o “direito” dos quilombolas estão lá, recanteados nos Atos de Disposições Transitórias da CF e levou quase 20 anos para ser regulamentado (como todos os “direitos” que contrariam os seus interesses). O ADCT, para usar da analogia, funciona como o quartinho de empregada do apartamento de vocês. Está ali só para garantir que os negros tenham (e conheçam) o seu lugar na casa.
Mas quando vejo a cara de aproveitadores como o casal da fotografia que abre a reportagem, fico com muita dó da vidinha de voces, pobres funciorários públicos medíocres, ou de empresas medíocres. Voces que moram em apartamentos e pagam muito caro o condomínio; vocês que tem medo de andar na rua; vocês que são discriminados, injustiçados com essas leis que privilegiam negros pobres;
De fato, vocês são um bando de coitados, dignos de pena. Feliz mesmo é esse senhor da foto, com uma parede de taipa ao fundo. Aliás, o sorriso do velho diz muito sobre a vida de vocês do que da dele própria.
Comentário por Mauricio — 11 de março de 2009 @ 12:39
Se boa parte dos títulos de terra eram dados por uma canetada de D. Pedro, geralmente a grandes latifundios, criando o tal “direito de propriedadade” nada mais justo do que legalizar o verdadeiro direito de propriedade a quem e proprietário de fato. Deveria ser sempre assim a distribuição de terras no Brasil.
Comentário por Wanderson Pereira — 11 de março de 2009 @ 12:47
UMA SOCIEDADE DE CARNEIROS ACABA POR GERAR UM GOVERNO DE LOBOS
Comentário por abrahao — 11 de março de 2009 @ 12:47
MM
Comentário por abrahao — 11 de março de 2009 @ 12:48
AÍ JESUS NA SUA INFINITA SABEDORIA DISSE: O BRASIL NÃO TEM TERREMOTO,VULCÃO,MARREMOTO,FURACÃO ENTÃO VOU COLOCAR LA UM POVO BRASILEIRO TÃO BOM,MAS TÃO BOM “QUE OS PILANTRAS LOGO TOMA CONTA” PRA IGUALAR AS OUTRAS NAÇÕES
Comentário por deolho — 11 de março de 2009 @ 13:10
o fato é que não se faz um estudo sério sobre a necessidade e merecimento dessas terras, o que acaba acontecendo é a doação a muitos PETISTAS e PQPISTAS deste vergonhoso País.
Não esqueçam do passado, mas nem por isso comprometam o futuro.
O Brasil também tem dívida social com os imigrantes e nem por isso faz qualquer coisa para tanto - e nem deve!
Negros, brancos, índios, gays, todos inventam MINORIAS disso ou daquilo para resguardar privilégios: VAMOS SER IGUAIS E LIVRES, POR NÓS MESMOS, SEM ESMOLAS!
Comentário por paulo — 11 de março de 2009 @ 13:24
Nada mais justo historicamente, pois os europeus não vieram para o brasil deixando para trás famílias desestruturadas; tribos esfaceladas. Vieram para cá sim por livre e espontânea vontade atrás de riquezas (o que muitos conseguiram), enquanto o negro foi jogado na sargeta após a Lei Áurea. Ainda falta muito. Não basta dar só a terra, tem que dar junto a cidadania, emprego e universidade.
Comentário por paulo cesaralmeida da silva — 11 de março de 2009 @ 13:25
Com a Lei Áurea, preferiram dar terra e trabalho para os imigrantes , e largaram os negros com sua carta libertdade ao relento, sem habitação, alimentação e sem trabalho, o negro só servia para trabalhar de graça e de forma escrava firme no chicote. Sempre quando o negro ganha um beneficio, se lembram de outras etinias, crianças, idosos e indios o que não deixa de ser um racismo camuflado. Todos tem que buscarem os seus direitos sem tirar os dos outros.
Comentário por Sérgio Rosa — 11 de março de 2009 @ 13:34
muita gente gosta de falar coisa que não conhece,pois não e negro nem imagina oque passa no seu dia dia,pois até para ser enterado a suspeita,agora quando temos um suposto e mentiroso reconhecimento pelos nossos serviços prestado ao país imposto,no nosso país de origem tinhamos escola cultura estirpe riqueza.ai vem os iluminados e praticam ,sequestros,estupros,genocidios,roubos,fornecedores de varios tipos de drogas,deixando depois de contaminado todo um povo,manda nós pra rua sem lenço e documento se voce haja justo o que fizeram ,parabens por este país que vivemos. e só olhar no seu bairro,vila, edificio.ruas as sementes que está corja plantou.
Comentário por carlos roberto de jesus — 11 de março de 2009 @ 13:34
Os quilombolas tem todo o direito de possuir estas terras. Centenas de latinfundiários possuem milhares de equitares, quase todos roubados da União ou comprados a preço baixíssimos de sitiantes. Isso ninguém comenta.
Comentário por Noe Oliveira — 11 de março de 2009 @ 13:43
Acho justo conceder a titularidade das terras em que VIVEM os quilombolas, a estes. Porém não é necessário tanta Terra eis que alguns casos, já que alguns nada nela produzem. Logo é de se avaliar a concessão de tal titularidade antes de concede-lá, eis que a Terra deve atender a sua função social, uma vez que existem milhoes de pessoas morando em barracos 2×2. Quanto a questão de dever ou não algo aos negros, creio que não é mais possivel indeniza-los com base no critério cor, uma vez que temos pais brancos com filhos negros e vice-versa, logo o que deve haver para uma justiça social “mais justa”, seria uma distribuição dos bens sociais como a Terra, levando-se em conta tão somente fator renda já que vivemos num mundo capitalizado em que toda riqueza do ser ser uma advém do fator renda.
Comentário por ELIZ - SÃO LEOPOLDO/RS — 11 de março de 2009 @ 13:43
Nada contra a terra indigena ou quilombola, mas nao podemos nos esquecer dos imigrantes que vieram para ca, trabalhar em condições semi-escravidao, onde laboravam em troca de comida nas “vendas” dos fazendeiros.(Comentário por joao canpania — 11 de março de 2009 @ 9:02 )”
De que imigrantes que o Sr Joao Campania fala? Ou seria uma nova concepção sobre “venda”? E dentro desta nova concepção, a idéia de que tudo o que fora concedido aos imigrantes pelo então “Imperador do Brasil”, deixou de valor depois da abolição dos escravos e da proclamação da República? E, sendo asim, tudo continuaria sendo dos “fazendeiros”? Portanto, o Sr. Campania ou bem é “fazendeiro”, ou bem é “gado” (de corte ou de leite, “eis a questão”)
Comentário por Neil Armstrong — 11 de março de 2009 @ 13:47
As pessoas que são contra os quilombolas certamente são aquelas que podem expressar sua opinião, porque até nisso não temos igualdade, porque estas são brancos e o acesso a internet ainda não é pra todos, perceber porque a maioria é contra, é evidente….
Comentário por Daniel — 11 de março de 2009 @ 14:13
Que estranho na hora de “ganhar” o que bem na verdade eles não estão ganhando nada somente adquirindo algo que lhes foi negado amuito tempo, muitos querem ser e ter sangue negro. E na hora de contar piada sobre negro, dizer que negro não faz nada certo ,os mesmos que querem ser negros para ganhar algosão os primeiros a discriminarem os negros.
Comentário por Aurea — 11 de março de 2009 @ 14:20
não gosto de ver generalizarem dizendo “tinham que ser do PT” Sou petista aliás com muito orgulho, porque precisou um presidente petista para resolver a situação do país. Somente acho que negro ou branco ou ainda amarelo , temos todos o dever de trabalhar para conquistar nosso espaço !!!!!Nada de ganhar terra só porque é negro, isso é uma piada!!!!!!!!
Comentário por nelis — 11 de março de 2009 @ 14:30
O racismo está cada vez ficando mais forte em nosso país. O pior é que está sendo fomentado justamente pelas pessoas que se dizem “vitimas”. Está na hora de acabar com esta palhaçada. Na nação Brasileira não pode existir côr. O verdadeiro cidadão brasileiro não tem côr, tem é VERGONHA NA CARA…e não vai ficar exigindo reparações por pretensos atos sofridos ou feitos por nossos decendentes. Aliás esta conversa mole, hoje em dia são impossíveis de serem provadas. O momento é AGORA, vamos começar um Brasil novo. Vamos apagar toda esta baboseira histórica. Meus avós não foram donos de escravos, portanto eu não tenho nada que pagar a negros ou índios. Vão cobrar dos descendentes dos donos das fazendas. E você? É descendente de família escravista? Se não for não aceite isto pois estará bancando babaca.
Comentário por Anselmo Massular — 11 de março de 2009 @ 14:42
Como historiadora, sei do sofrimento do povo negro desde o princípio, qdo eram arrancados de sua mãe pátria e trazido pra essa terra de ninguém. Porém não foram só os negros q sofreram; foram índios, estrangeiros e o povo da própria terra. Não acho justo com os demais os privilégios e facilitações que estão tendo povo negro. E aqui cito tbm a política de cotas, isso me parece um tando preconceituoso. Pq não teria o negro capacidade de disputar vagas com os brancos, amarelos, verdes, azuis ou sei lá mais oq?? O preconceito ainda existe é fato, mas o próprio povo negro se menospreza.
Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 14:51
O que vejo aqui são comentário infundados e, principalmente, alienados por uma estrutura social que nos faz acreditar naquilo que querem que acreditemos. É o cúmulo (ou melhor acúmulo) de ignorância tentar comparar a condição dos descendentes africanos com a condição dos eurodescendentes. É uma burrice. Sou descendente de italianos e moro em uma cidade extremamente italiana e católica na região sul de Santa Catarina. No entanto, isto não me impede de ver que nós (descendentes europeus) viemos por conta própria para o Brasil, os motivos foram diversos, porém, por conta própria. Já os negros africanos, vieram como prisioneiros em navios onde nós, “brancos” lhes impunha uma vida indgna e desoladora. Depois de muito tempo servindo a nós como verdadeiros animais, como bichos, bestas-feras, os negros receberam a sua alforria pela tão “bondosa” Princesa Izabel. Contudo, nesta bondade não estava descrita nenhuma forma de inclusão social. Fato preponderante para a construção do Brasil atual. Os senhores de engenho empregaram os escravos alforriados pela Lei Áurea? Não, estava chegando uma leva de imigrantes europeus sujos, feios, mortos de fome como os negros (e mais baratos naquele momento) vindos dos mais distantes lugares da Europa, principalmente, da Itália. Analisemos então: Os negros estavam “soltos” tal qual os animais domésticos de rua se encontram hoje. E o que lhes restou? Fundar os favos sociais, conhecidas hoje como, Favelas. Peraí, mas estou a falar nos negros urbanos, afinal, ninguém jamais ouviu falar em favelas na zona rural. Aos negros rurais, coube se unirem em torno dos quilombos, hoje: quilombolas. Estão entendendo até aqui? Então vejamos: Os negros estavam fora da jogada, uma vez que nós italianos tomamos o seu lugar no trabalho braçal, concordam? Mas do quê nós, italianos, corremos? Simples, a Revolução Industrial veio acompanhada de uma revolução da fome, uma revolução da miséria, da ordem social; por isso partimos. Agora analisemos o ambiente: Qual o meio que o negro deixou para trás na África? Um ambiente tribal, sem máquinas e tampouco democrática no sentido latto. E qual o ambiente que nossos ancestrais deixaram na Itália? Uma revolução da indústria no meio do caminho. Ao final, caras pálidas, ficou muito mais fácil para nós sobrevivermos a um ambiente ríspido, do que para os negros. Afinal, nós tínhamos um conhecimento industrial, que não era conhecimento do povo africano. Esta é uma leitura que a Nação tem que fazer. E o governo do PT tem feito muito bem, como podemos observar. Não sou PT, nunca votei no PT, mas apoio todas estas ações impetradas pelo governo Lula. Afinal, o Brasil tem uma dívida histórica para com os negros e, principalmente, para com os índios. Chamar atitudes como esta de racismo é, um tanto quanto leviano. A internet é um veículo fascinante pelo seu modo instantâneo de informação pena que é usada, em sua maioria, por seres que não conseguem ler um palmo à frente do nariz e reproduzem tudo o que os papais e as mamães, os nonnos e as nonnas dizem no auge de suas ignorâncias. Antes de postar algo, pensem antes. Faz bem pro ego e para a imagem de vocês. Este é apenas um desabafo de mais um descendente de italianos que está farto desta história de se achar uma raça superiora. Se é que existe raça superiora, eu concordo plenamente com o músico baiano Caetano Veloso ao afirmar que: “Judeus e Baianos se julgam raças escolhidas, e ambos têm razão.” Um forte abraço a todos e até mais na frente, num país mais igualitário.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 14:55
Desculpem-me esqueci de dizer-lhes uma coisa: Racismo é tentar conter a busca pela igualdade racial.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 14:57
Ola é legal isoooo
dalila rio de janeiro heheheh
Comentário por dalila — 11 de março de 2009 @ 15:01
E aí galera dos Sem Terra, vamos invadir estas terras improdutivas!! Neste caso vocês terão todo o meu apoio!! RSRS!
Comentário por Leandro — 11 de março de 2009 @ 15:01
campanha de racismo são o proprio racismo pq se alguem se incomoda em querer fazer campanha é pq ainda pensa ter separaçao, e nao deve mais existir pq todos sao iguais
Comentário por pretudo — 11 de março de 2009 @ 15:07
quem nasce branco um dia poderia ter nascido negro e quem poderia ter nascido indio poderia ser japones……cada hora habitamos corpos diferentes mas a sagrada finalidade nao muda pra ninguem
Comentário por pretudo — 11 de março de 2009 @ 15:10
Henrique amigo… cuidado com suas leituras!!
Preste mais atenção a realidade das coisas. Não é porque existem pessoas que divergem em opinião com vc, que devem ser taxadas de “seres que não conseguem ler um palmo à frente do nariz ” e ignorantes. Reavalie seus conceitos! Um poco menos de arrogancia e leitura imparcial lhe fariam muito bem!
Abraço!
Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 15:10
Nossa, eu achei que ia só me irritar lendo os comentários e pra minha agradavel surpresa alguns brasileiros estão acordando para a realidade! Hoje o Brasil esta sendo vendido, e para isso se utiliza os Direitos indígenas e Quirombolas. E os que persistem estão sendo perseguidos e eliminados pela legislação ambiental.
Comentário por Cissa — 11 de março de 2009 @ 15:15
O Estado ensina que minha mãe estava errada. Que na verdade nós não somos todos iguais, que nós não temos os mesmos direitos e obrigações, que o valor de uma pessoa não se dá pela cor da pele, que todos estamos no mesmo barco e que discriminar alguem é das coisas mais abjetas a se fazer, seja por credo, nacionalidade, sexualidade, ou etnia.
Os grupos racistas negros, dizem que são diferentes dos brancos e se organizam para tirar do Estado de TODOS o quinhão q acreditam ser seus de direito.
Eu prefiro continuar a acreditar na minha mãe, acreditar que todos somos iguais e que o Estado deve tratar a todos igualmente, sendo dele todos responsáveis e benificiados, expurgando exploradores que querem tornar o Estado um meio de promoção social INDIVIDUAL.
O racismo é nefasto, a escravidão foi uma vergonha, mas sera que isso justifica tamanha distinção no trato dos cidadãos, criando novas castas e cidadãos de mais elevada estirpe: os que merecem ser indenizados por aquilo que seus antepassados distantes sofreram, e os que tem que pagar por essas beneces? Claro que não. Os movimentos negros (que não são representativos), pedirão tudo q lhes for possivel, talvez falte Brasil pra compensar negros, indios, vitimas de governos ditatoriais, espanhóis, holandeses, franceses que foram expulsos do Brasil, talvez falte Brasil pra indenizar Angola por seus escravizados.
Os maiores racistas do Brasil são os ditos movimentos negros.
Comentário por Kleber — 11 de março de 2009 @ 15:19
Bom, falar que negros nao merecem nada eh facil falar até porque até hoje tem muita gente querendo o pescoço da pricesa isabel…….claro para muita gente……queriam ver os negros ate hoje lavando seus pés…….e nao eh isso que acontecem……..e se eles tem dirieto a terras…..foi porque foram roibados…….so estaõ pegando de volta o que eh seu…o que foi…………..roubado………vamos tirar o que todos tem e depois……….vamos ver como vcs ficam….aqueles idiotas….que pensam assim……….se todos tivessem sofrido cmo os negros ou seus descendente……….nao pensariam tanta besteira……..como pensam……..eles so estao querendo que foi de seus pais….avós…….antepassados…….só isso….rezo por esses pessoas de cabeças tao pequenassss……..
Comentário por fabi — 11 de março de 2009 @ 15:21
isso nao se trata de racismo……..querer o que eh seu……..e sim de ter…de volta o que fou roubado………..tem caca na cabeça quem pensa diferente……
Comentário por fabi — 11 de março de 2009 @ 15:24
Vai lá MST, pra cima do quilombos.
Comentário por Junior — 11 de março de 2009 @ 15:25
Meus antepassados vieram da Itália ha mais de 100 anos, trabalharam feito condenados na lavoura de outros pra juntar um dinheiro e comprar a sua, sempre colocando as dezenas de filhos para lavourar, nunca tiveram posses, sempre passaram necessidade.
E agora, seus decendentes por serem brancos se tornam cidadãos de segunda classe? Em que a cor da pele nos beneficiou? Pq tenho q ver o Estado dando do que é de todos pra alguns?
Não sou racista, tenho ótimos amigos mulatos (quem é negro ou branco hj em dia?), mas esses movimentos negros estão gerando racismo nas novas gerações, é esse o futuro que querem para o Brasil? A sim, vcs não ligam pro Brasil, só pro seu “povo negro”, o meu povo continua sendo o brasileiro, mas o que farão qdo começarem movimentos de reação, surgindo movimentos racistas brancos (como os negros)?
Comentário por Junior — 11 de março de 2009 @ 15:31
Vamos à pratica? ^Vocês têm alguma sugestão para a condição do negro no Brasil? Criticar fica fácil assim, não é mesmo? Sou baixarel em humanidades pela universidade de Lisboa e pesquisador da condição negra no Brasil (cadeira que leciono em uma das principais universidades públicas do país) e, minha cara patrícia, a minha leitura não é errada, é uma leitura histórica. Aliás, você como historiadora, sabe que em nenhum momento faltei com a verdade dos fatos. Se me faltou humildade, é talvez, pelo meu lado italiano como falamos aqui no sul. Você, professora do ensino público estadual brasileiro, tem alguma solução para este problema? E quem está criticando as atitudes do Governo, tem alguma solução? A meu ver, atitudes como estas (como também nos casos das cotas raciais para indios e negros) nos permitem algo, importantíssimo: a discussão acerca do tema, coisa que, em momento nenhum, na curtíssima história do nosso país, nos propomos a discutir. Esta é a grande questão? É errado? Se você não tem nenhuma solução, não há porque criticar. É parecer tolo e fútil. Aliás, como a maioria dos debatedores aqui tem se apresentado.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 15:38
“e sim de ter…de volta o que fou roubado”
como alguem tem algo roubado, se de fato, o bem nunca foi seu?
quem roubou? peça indenização do ladrão, não do Estado.
essas generalizações são muito convenientes pois não explicam nada, só remontam um imaginario passado do qual muito poucos querem analisar imparcialmente.
os homens livres que trabalhavam no ciclo da cana, do ouro e do café, submetidos às precarias relações de trabalho (realidade da época) teriam sido beneficiados em relação aos escravos de forma a beneficiar seus descendentes até os dias de hoje, oq justificaria as atuais “reparações históricas” ? Sejam sinceros seus trambiqueiros.
Comentário por Junior — 11 de março de 2009 @ 15:39
Do comentário do Sr. Henrique Reuter:
O Sr. reuter faz um comentário tipicamente “paternalista” (fico curioso em saber que os descendentes de italianos se acham uma raça superiora como escreve: “este é apenas um desabafo de mais um descendente de italianos que está farto desta história de se achar uma raça superiora.”)
Comentário por Neil Armstrong — 11 de março de 2009 @ 15:40
Eu sempre fico impressionado como alguns indivíduos consideram que não se possa remunerar um indivíduo pela sua competência. Os negros só vivem se diuzendo perseguidos, mas os que não tem sucesso na vida são os que não estudam pois preferiram ficar n boa vida, enquanto outros se preparam por toda a vida. Este negros se multiplicam sem parar, e seus pais não tem como lhes dar educação, criando uma ciranda sem fim. Triste é ver como os coitados que nunca estudaram, muitas vezes incompetentes, passarem a frente de um outro indivíduo que estudou muito, só porque se declara preto. Para a competência e conhecimento não importa a cor, mas o esforço em quere crescer e não ficar embixo do coqueiro esperando cair o coco.
Comentário por luiz roma — 11 de março de 2009 @ 15:40
Que bom!!!, algo justo nesse pais…parabens por essas pessoas que acreditaram na luta…!
Comentário por Marcela Ferreira — 11 de março de 2009 @ 15:42
Agora….experimenta trabalhar pra ver o que voce ganha …ganha sim…IPTU, IPVA, IR, ITBI, alem de ser assaltado pelo (des)governo, ainda tem q aturar a marginalidade rindo da nossa cara…
Brasil é paraiso de bandidos e vagabundos!
Comentário por Roberto — 11 de março de 2009 @ 15:44
HENRIQUE REUTER,
TENHO PROPOSTA AO QUE O GOVERNO ESTA FAZENDO SIM:
ENSINO DE BASE DE QUALIDADE PARA TODOS, INDEPENDENTE DA COR DA PELE; ENSINO TÉCNICO DE QUALIDADE PRA TODOS, INDEPENDENTE DA COR DA PELE; ENSINO SUPERIOR PRA TODOS INDEPENDENTE DA COR DA PELE; SERVIÇO DE SAÚDE DE QUALIDADE PRA TODOS INDEPENDENTE DA COR DA PELE (LOGO EXIGIRÃO COTA NO SUS); HABITAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA PRA TODOS OS QUE PRECISAM, INDEPENDENTE DA COR DA PELE (LOGO EXISTIRA COTA NISSO TAMBÉM).
A NOSSA DIFERENÇA É DE CARATER. VOCE ACHA QUE O “NEGRO” PRECISA SER RECOMPENSADO PELA DESIGUALDA, EU VOU MUITO MAIS ALÉM, ACREDITO QUE A DENOMINAÇÃO NEGRO E BRANCO, INDIO, ISLAMICO, CRISTÃO, JUDEU DEVEM DESAPARECER DAS AÇÕES DO ESTADO QUE DEVE ATUAR IGUALITARIAMENTE COM TODOS PARA TORNAR ESTA UMA SOCIEDADE JUSTA, E IGUALITARIA PARA TODOS.
UM PAIS DE COTAS E CASTAS NÃO É UM PAIS QUE QUERO DEIXAR DE HERANÇA PARA MEU FILHO QUE ANTES DE BRANCO OU NEGRO É BRASILEIRO.
Comentário por Junior — 11 de março de 2009 @ 15:49
Olá Luizão, também sou descendente de Italianos. Meus bisavós tabém vieram nos porões de um navio, como provavelmente os seus também vieram. Ganharam dinheiro e me proporcionaram uma vida muito boa, confortável, agradável e sem necessidades nenhuma. Nossas histórias são bem parecidas. No entanto eu não acho que isso nos dá o direito de renegar a história dos negros que, com certeza, foi bem mais dura do que a nossa. A nossa história foi apenas de muito trabalho (o que continho até hoje) trabalhando muito. No entanto, uma coisa é trabalhar e ganhar dinheiro, outra coisa é não conseguir, em hipótese alguma, trabalho para ganhar dinheiro. E sabe porque os negros não conseguiram trabalho para ganhar dinheiro? Porque o meu bisavô e o seu avô vieram trabalhar no lugar dos negros, vieram com uma mão de obra barata, passando fome e fugindo (isso mesmo fugindo da miséria que assolava a Europa - não há nada de heróico nisso não. Heróis são os que reconstruíram a itália, não era a sua nação?). E enquanto os nossos antepassados trabalhavam, os negros pasavam fome e não tinham onde trabalhar. Um senhor de engenho, jamais iria pagar pelo serviço que ele tinha de graça, ficou fácil então para os italianos, japoneses, alemães, poloneses encontrarem emprego no Brasil. Trabalhoso? Cansativo? Estafante? Sim, mas ainda assim, emprego. Coisa que os negros não tinham. Antes de pensar na história da sua família, analise o ambiente, você pode se chocar com o passado negro e nefasto de nossos antepassados italianos. Não é nada pessoal não, mas em minhas pesquisas, andei vendo que muitos estrangeiros grilaram as terras da região sul e exploraram, inclusive, iguais aos seus. Italiano explorando italiano, Alemão explorando alemão e assim sucessivamente, até os dias de hoje.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 15:50
Os negros que reclamam em vez de estudar e crescer parecem rábulas rastejantes sempre se diminuindo, implorando cotas pois não conseguem atingir a competência intelectual. Ora nossos cérebros são iguais e não importa a pele, o que vale mesmo é o nosso esforço. Infelizmente alguns povo e aproveitdores se escondem atrás de factóides para e mostrarem como coitados e levarem vantagens na sociedade mundial. Os próprios (e ricos) judeus são um exemplo quando vão passar a aternidade reclamando de serem perseguidos desde o tempo de Jesus.
Agora hipócrita mesmo é uma pessoa que escreveu nesta coluna que os negros foram retirados à força de suas pátrias e hoje estão no Brsil. Se bem entendo deveriam estar muito agradecidos, pois aqui vivem e tem chnãnces de se desenvolverem, se quiserem, enquanto na África….. Será que estes quilombolas e suas ONGs, tão ávidas em lembrar as origens, nõ gostariam de voltar para suas maravilhosas origens.
Chega de HIPOCRISA e lei do GERSON!!!
Comentário por luiz roma — 11 de março de 2009 @ 15:53
POR QUE OS MOVIMENTOS NEGROS E SEUS PARLAMENTARES (COMO O PAIM) NÃO SUGEREM CONSULTA POPULAR SOBRE UM TEMA DE TAMANHA REPERCUSSÃO E INTERESSE NACIONAL?
SIMPLES, PORQUE SABEM QUE SUAS DEMANDAS SÃO EXAGERADAS E DISTANTES DO BOM SENSO, E QUE OS BRASILEIROS (BRANCOS E NEGROS) NÃO APROVARÃO A SEGREGAÇÃO NO PAÍS.
SE VINCULAR AO POPULISTA GOVERNO LULLA, NA MAQUINA PARTIDARIA PETISTA É MUITO MAIS VANTAJOSO E RÁPIDO, SEM CONTAR EXCUSO, PARA OS VERDADEIROS BENEFICIADOS: A ELITE E BUROCRACIA DE PESSOAS Q SE INTITULAM NEGRAS.
QUEREM CRIAR UM RACHA NO PAÍS.
Comentário por Junior — 11 de março de 2009 @ 15:55
Só um adendo a toda esta discussão: a maior parte das terras quilombolas e das reservas indígenas foram demarcadas antes do Governo Lula, por isso, não cabem aqui as críticas ao presidente, nem tampouco ao PT. Antes de criticar, se inteirem do assunto a discutir.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 16:08
Caro Henrique, não sou professora do Estado, apesar de achar q isso não é nada desenronso!!
Não desmereço seus conhecimentos e sua formação e peço desculpas por julgar sua leitura.
Mas acontece q a questão do discrimição no Brasil é uma constate, não só como negros, mas com mulheres, gays, obesos, etc… vc deve saber disso melhor q eu q não sou formada em Lisboa.
Mas não acredito q a solução para este problema está na entrega das terras aos quilombas, ou a cotas em universidades aos descententes afros, acredito q a solução está muito longe disso.
Acredito q a solução está dar condições de viva dígna a essas pessoas. Dar terras somente não basta! Dar cotas nas universidades tbm não!!
Essa pessoas precisam de educação, ou melhor, ensino de qualidade, saúde, trabalho digno, não apenas terras ou cotas.
A verdade é q o governo está tentando reparar uma fase da história q se reflete até hj. Mas não acredito q isso seja a melhor solução!
Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 16:12
Depois que o governo Lular uma absurda secretaria de igualdade racial, essa farra de quilombos explodiu! A imprensa tem noticiado regularmente as fraudes para se ganhar terras de graça com a desculpa de ter sido quilombo.
Comentário por Wittgenstein — 11 de março de 2009 @ 16:23
Parabéns Marcelo! É assim q se faz!
LUTA, TRABALHO, E FORÇA DE VONTADE contam muito, pra qquer raça! Branco, preto, amarelo… se é q ainda existe uma raça! rsrs…
Não desanime não!! Vc já é um vencedor rapaz!
Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 16:26
Estamos no século XXI, essa hipócresia na real é pura especulação, a maioria da população brasileira tem que trabalhar para comer, pagar muitos impostos e para eles cai do ceú. sem preocupação sem fome porque a natureza supri as necessidades. Uma pergunta: querem mesmo estudar progredir trabalhar duro? é mais facíl ser as vítimas.
Comentário por Roseli — 11 de março de 2009 @ 16:27
Não sou contra a regularização fundiária e a concessão de título para os que vivem há muitas gerações em uma mesma propriedade, vivendo em regime de economia familiar, pois é a forma de subistência desta família, que provavelmente não desenvolveu outros meios de vida e não deve ser expropriada de seu meio de subsistência, mas isso independentemente de ser descendente de escravos, de remanescentes de quilombolas ou qualquer outra qualificação.
Lendos os comnentários, fico revoltado com alguns pseudo-intelectuais, como o Henrique Reuter acima, que sem conhecimento algum de História do Brasil ou da real formação étnica brasileira saem fazendo comentários de ferrenha defesa dos negros e falando dos imigrantes europeus como se muito conhecesse do assunto.
Argumentar que os negros vieram forçados e or europeus vieram por iniciativa própria e por isso os negros devem ser tratados de forma diferente é um engano. Claro que os negros foram trazidos para cá a força, mas os imigrantes europeus saíram da europa e vieram ao Brasil não como se sai de uma cidade para outra para montar uma empresa, eles saíram de lá porque suas terras foram confiscadas pelos governos, foram proibidos de falar sua língua, de professar sua crença, morriam de fome…e eis que surge uma salvação, a ida para um outro lugar onde poderiam ter sua terra, ganhar seu sustento… chegaram aqui sujos e famintos, porque a comida prometida no navio vinha pela metade ou menos.. esperavam ganhar terras e meios para começar sua plantação e quando chegaram muitos foram colocados em fazendas de café para trabalhar lado a lado com os negros e foram tratados igualmente pelos senhores… outros foram mandados para lugares isolados, receberam 25 hectares de mato ou pouco mais e souberam que tinham de pagar por essa terra durante os três anos seguintes, com dinheiro ou construindo estradas no meio do mato, muitas vezes nenhuma outra ajuda receberam… milhares morreram de doenças tropicais, principalmente crianças… com muito trabalho e pouca ajuda foram plantando suas roças, melhorando sua condição de vida e após várias gerações temos alguns descendentes de imigrantes europeus que se destacam em diversas áreas. Mas e a grande maioria? Procurem nas pequenas colônias no interior, principalmente da região Sul, e vão encontrar pessoas que ainda plantam de enxada para comer.
Vamos também exigir terras porque sofremos privações? Ou será que vamos pedir indenizações? Claro que não, pois somos iguais, temos que trabalhar, buscar a melhora de nossa condição de vida.
Fico feliz com alguns comentários que li, que a grande maioria percebe que muito daquilo que se fala a respeito de terras de quilombolas e indígenas são interesses políticos e econômicos. Tenho familiares em uma cidade no norte do RS onde grande parte das terras cultiváveis do município são de reserva indígena e sabem o que acontece? Os índios arrendam centenas de hectares para grandes fazendeiros da região, o que é ilegal, e com isso todos ganham. Isso certamente é o que acontece em grande parte destes mais de 1 milhão de hectares….
Comentário por Ademir Grzesczak — 11 de março de 2009 @ 16:27
Nem sei se esse espaço está bom pra eles. Mas sem dúvida que aqueles que sofreram sendo relegados a um segundo plano, tratados como objeto, têm de fato direito de viver hoje com auxílio extra em uma época de democracia.
Essa comunidade quilombola deve ser bacana. Era do Zumbi, né? Turum tum, turum tum, capoeira…
Comentário por Loris — 11 de março de 2009 @ 16:31
ABSOLUTAMENTE NADA CONTRA OS QUILOMBOLAS. ELES MERECEM TODO NOSSO RESPEITO E GRATIDÃO. ENTRETANTO, É UM NÚMERO VERGONHOSAMENTE DESPROPORCIONAL, SE PENSARMOS QUE HÁ UM IMENSO NÚMERO DE NÃO MENOS BRASILEIROS QUE NÃO TÊM TERRA NEM MORADIA E VIVEM EMBAIXO DOS VIADUTOS DAS GRANDES CIDADES. SERÁ QUE ELES NÃO MERECEM TAMBÉM O MESMO RESPEITO DE UMA VIDA MINIMAMENTE DIGNA?
Comentário por MILA — 11 de março de 2009 @ 16:49
Os negros descendentes de escravos, devem dar graças a Deus, de seus antepassados terem vindos ao Brasil como escravos. Caso contrário já estariam todos mortos nas ferrenhas guerras tribais, que persistem até hoje no seu país de origem. Então não sei dos que eles reclamam!!!!!!
Comentário por harpo — 11 de março de 2009 @ 16:58
Compartilho suas idéias Ademir Grzesczak!
Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 17:08
O valor da vida é avaliada pelo que tem, se vc não tem, não é minguem
O sistema é assim perverso, e os de cor são os que sofrem mais, e isso não irá acabar nunca infelizmente pois o “homem” só olha pra si querendo se beneficiar e passa a “perna” no que que mais está precisando.
Comentário por joelma — 11 de março de 2009 @ 17:08
Nada haver, primeiro foi a vaga obrigatoria nas universidade
para os negros, agora terra para os Índios e a próxima qual
será?
Comentário por Jair — 11 de março de 2009 @ 17:09
Parte de meus antepassados são indios e negros, na realidade sou BRASILEIRA mesmo!!!
Mas nunca recebi qualquer beneficio governamental por isso, e não me lembro de algum antepassado meu ter recebido também.
Para conseguir o que queremos simplismente ESTUDAMOS, e quem não conseguir estudar na minha familia TRABALHOU!!!!
Por isso que o Brasil não cresce, temos que sustentar pessoas que não tem a menor dignidade, e ficam choramingando pelos cantos sempre se achando injustiçados!
Varias vezes sofremos com preconceito racial ou um misto racial/classe economica!
Mas digo pra todos, agente só vai mudar isso, com ESTUDO E TRABALHO, pelo amor de Deus. DIGINIDADE POVO!!!!!
Comentário por EDILAINE — 11 de março de 2009 @ 17:12
somos todos filhos de DEUS mas infelizmente não estamos sabendo viver como TAL
Comentário por cyrene alves dos santos — 11 de março de 2009 @ 17:15
Queira Deus, e tenho absoluta certeza que só se for por pela mão dele é que estas áreas demarcadas serão algum dia produtivas. A maioria deste povo vive de bolsa família e outros beneficios governamentais. Estas terras demarcadas vão acabar na mão de vizinhos com mais aptidão para trabalho e organização. è igual a sem terra, quando tem vende a madeira e logo após a terra…..
Comentário por marcos — 11 de março de 2009 @ 17:16
somos todos filhos de DEUS mas não samemos viver como tal
Comentário por cyrene alves dos santos — 11 de março de 2009 @ 17:17
Sou mulato, e creio que os negros estão à ponto de virar uma super-raça graças ào holocausto que esses movimentos raciais provocaram na sociedade. Aí pergunto, sou melhor só porque sou negro?
Deixemos de hipocrisia, isso sim é um pensamento antiquado. Não existe racismo, o que existe é crime contra a honra da pessoa. É lamentável que esses movimentos ainda preguem num país completamente mestiço a supremacia da própria raça.
Repito sou mulato, e se continuarmos a pensar assim quem sabe teremos a infelicidade de assistir uma revolução como a do Haiti, que seus negros provocaram um genocídio em pró de uma etnia. Isso sim é racismo.
Comentário por Bruno Dornelles de Castro — 11 de março de 2009 @ 17:20
Meu caro Ademir Grzesczak, onde você aprendeu esta história? Provavelmente em alguma escolinha no interior do nosso sul maravilha, não foi? Como eu também aprendi, no entanto, depois de algumas pesquisas pude perceber que fui ludibriado todos estes anos de ensino fundamental por um simples motivo: meus professores foram parciais no uso da história. Linda a história dos meus bisavós, linda. Justa? Não sei, acho que não. Pseudo intelectual eu? Meu nobre amigo, ser intelectual é muito mais do que ler uns bons pares livros e, definitivamente, não é o meu caso. Não posso ser um Pseudo intelectual, pois não sou intelectual. Monsier, agora vejamos, em meu primeiro post, tem alguma incoerência? Eu peço para que você me mostre. O seu post sim, é tratado pela ignorância da Emoção. Um pesquisador não deve levar em conta as suas emoções, os seus referenciais emotivos da infância, faça este exercício um pouco e verás que tudo isso não passa do discurso dos professores do ensino de “1º grau” e dos nonnos e nonnas, sejam eles italianos, alemães, poloneses etc. Abração.
Comentário por Henrique Reuter — 11 de março de 2009 @ 17:25
“Acredito que devido a uma grande dificuldade dos negros em se inserir na sociedade temos a obrigação de sustentá-los.”
Mas creio ao mesmo tempo que se eles não podem subsistir como os outros na sociedade também não deveriam ter o direito ao voto e outros direitos constitucionais… pois se eles tem os mesmos direitos de todos os cidadãos eles tem que ter os mesmos deveres.
O que ocorre é uma inversão de valores, alguns pagam e outros só aproveitam, com a desculpa de ser mais fraco ou de ser menos provido de possibilidades.
Mas a realidade está nos bastidores, alguns empresários, políticos, sindicalistas, e chefes de ongs usam a massa de esfomiados como peças de manobra para satisfazer seus interesses, é algo comum encontrar grandes plantações de propriedade de deputados, vereadores e outros em terras que foram alvo de “reforma agrária”.
Comentário por joão oliveira — 11 de março de 2009 @ 17:40
Infelismente poucos aqui conhecem a instória dos homens escrevisados no Brasil e a imigração, não há como comparar, são situações bem diferentes..estrudem, não se deixem levar por comentários elitistas nos jornasi e televisão…
Comentário por Paulo — 11 de março de 2009 @ 17:42
É muito engraçada a energia que vários anônimos te em para criticar as conquistas de pessoas humildes e desprivilegiadas historicamente.
Encarem isso como uma indenização, por perdas e danos por varias décadas de preconceitos e escravidão.
Quem sabe um dia exista uma lei que privilegie os brancos com um pedaço de terra, mas para isso ele vai ter que trabalhar de graça por mais ou menos 300 anos…
Porque não à ação e criticas mais duras aos verdadeiros privilegiados?
Que estão no poder e embolsam milhões, esses do verdadeiro dinheiro suado de muitos dos trabalhadores que comentam essa matéria?
Não esqueça ”branquinho”! E busque nas origens familiar, se realmente você não tem o sangue escravo ou indígena…
Quem sabe você já tenha direito?
Olhe para tua mulher, marido ou familiar e veja se realmente não existe uma mistura de raças.
Se você se considera um branco por falta de estudos e informação está se deserdando!
Se for realmente um branco ignorante, estude, trabalhe e conquiste seu pedaço de terra como vários outros.
Pois muitos sangues dessa terra morreram e lutaram no passado para não serem roubados, escravizados por estrangeiros que como parasitas levavam muito das nossas riquezas naturais.
E para compensar! Deixaram o que existe de pior em colonização…
Quem sabe por esse motivo temos que escutar tantos comentários medíocres…
Comentário por Borba — 11 de março de 2009 @ 17:58
Que belo estudo sobre o racismo e a ignorância nacional esses comentários..lembra o saudoso Nelon Rodrigues que dizia na década de 60, que o idiota antigamente sabia do seu lugar mas que hoje sente-se no direito de opinar sobre aquilo que não conhce. Fascistas é o que são todos vocês..antes de contestar as suas idéias nefastas é preciso corrigir o português medonho em que foram escritas e aí é caso de desistência….VOCÊS PERDERAM cambada de Zé-Ninguéns!!
Comentário por Jean soccol — 11 de março de 2009 @ 18:05
JÁ ESTÁ NA HORA O OS DESCENDENTES DOS POVOS AFRICANOS REQUERER SEUS DIREITO!!!PARABENS!!
Comentário por ADRIANA — 11 de março de 2009 @ 18:23
ESTÁ NA HORA DO GOVERNO TIRAR AS VENDAS DOS OLHOS,
E AGIR POR ESSE POVO QUE SÃO A MAIORIA NO TERRITÓRIO -
BRASILEIRO,E AJUDOU E AINDA AJUDA A CONSTRUIR NOSSO
PAÍS,CHEGA DE DISCRIMINAÇÃO,DE POBREZA E DE DESIGUAL-DADE SOCIAL.!!!
Comentário por ALAN DE ARON — 11 de março de 2009 @ 18:34
As vezes as pessoas se fazem de desentendidos para condicionar tudo conforme os seus interesses. Vários são os comentários sugerindo distribuição de terras para diferentes grupos e etnias, porém poucos se questionam porquê o negro veio parar aqui no Brasil, tem muita diferença entre ser trazido “naquelas” condições ou sair do seu paíz e vir se aproveitar e até explorar com a distribuição de terras que muitas colônias obtiveram. No Sul do paíz tem várias colônias de europeus e Asiáticos que receberam terras no 0800 e para eles a vida sorriu e sempre sorrirá, muito embora tenha muita gente até merecedora.
Comentário por Santos — 11 de março de 2009 @ 18:43
i
Comentário por i — 11 de março de 2009 @ 18:44
O INCRA não dá conta do serviço pq o salário é dos piores do governo federal e os servidores simplesmente vão embora. Dos 1.300 do concurso de 2007 quase 500 já se desligaram do órgão. Como um analista de nível superior pode ganhar menos de um terço do que ganham no mesmo cargo em outros órgãos? Os dois piores salários do governo federal são do INCRA e da FUNAI. Sinal do valor dos indígenas e dos agricultores tradicionais…
Comentário por Formol — 11 de março de 2009 @ 18:49
Tem gente até insinuando que o negro venderá a terra para um vizinho mais aficcionado ao trabalho…. Infelizmente deve ser uma daquelas pessoas que desconhece que mesmo que negros tenham capacidade, escolaridade, vontade, desempenho e tudo o mais que outras etnias possam ter, na média os seu salário é menor, tem inúmeras dificuldades criadas para ocupar cargos importantes , assim como outros segmentos menos favorecidos. As vezes são as mesmas pessoas que se sentem aliviados em dar uma esmola para estes menos favorecidos, achando que assim é que deve ser ou seja se meu semelhante tiver alguma coisa que seja através de esmolas.
Comentário por Santos — 11 de março de 2009 @ 18:58
Quando foi criado a ADCT 68 da Constituição, foi catalogado 100 comunidade quilombola.
hoje são mais de 4.000, isso porque qualquer um que se sentir quilombola poderá pedir a abertura do porcesso, sem qualquer restrição.
Ora, se foi catologado para os 100, tem que ser para os 100, senão, vai faltar Brasil para tanto “quilombola”.
OBS: quilombolas é essencialmente escravo fugitivo.
Tinhamos tanto assim?
Antonio
Comentário por ANTONIO ARAUJO — 11 de março de 2009 @ 19:27
Fico muito triste em perceber que a maioria dos brasileiros não tem noção da tamanha dívida que o Estado tem com todos os negros, sejam eles urbanos e ou quilombolas, acho de grande valia qualquer ato que é feito em pró destas pessoas. Esquecemos que nosso país foi o que mais teve escravos na história, estes trazidos de suas origens das formas mais crueis, e escravizados aqui, na sua maioria pelos grandes latifundiarios, que sabemos que até hoje estão no poder.
Comentário por Patricia Melo — 11 de março de 2009 @ 19:59
Como Mestre em história me constranjo diante deste comentário. “Como historiadora, sei do sofrimento do povo negro desde o princípio, qdo eram arrancados de sua mãe pátria e trazido pra essa terra de ninguém. Porém não foram só os negros q sofreram; foram índios, estrangeiros e o povo da própria terra. Não acho justo com os demais os privilégios e facilitações que estão tendo povo negro. E aqui cito tbm a política de cotas, isso me parece um tando preconceituoso. Pq não teria o negro capacidade de disputar vagas com os brancos, amarelos, verdes, azuis ou sei lá mais oq?? O preconceito ainda existe é fato, mas o próprio povo negro se menospreza.Comentário por Patricia — 11 de março de 2009 @ 14:51″ Colega Patrícia, tua opinião não é embasada histórica ou antropologicamente, mas em interesses e imaginários de classe média-burguesa. Quando dizes que outros povos sofreram, como os indios, deve lembrar que o Estado brasileiro tem feito inúmeras conceções de reservas indígenas. Sobre os imigrantes, deves lembrar que até 1850 com a lei de terras estes ganhavam terras para trabalhar, assim como açorianos, alemães e portugueses. Quanto aos que chegaram depois, todos, sem excessão, receberão algum tipo de ajuda do Estado, seja Imperial ou Republicano. Portanto, seu argumento não se sustenta. Depois, nehum grupo humano ou étnico trabalho em regime de escravidão ( que é um conceito jurídico) por cerca de 300 anos. O que se concede aos Quilombolas é o mínimo, e não indeniza nada do que seu povo sofreu, só cria condições para uma vida um pouco mais digna, quanto aos comentários racistas e pequeno Burgueses feitos aqui, me furto a comentar, apoiadores do democratas e do Alckminn que fizeram a ditadura e são leitores de veja, me poupe!
Comentário por Alexandre — 11 de março de 2009 @ 20:02
Respondendo ao comentário do Sr. Henrique Reuter:
Sou formado em História - Licenciatura Plena, curso Expecialização em História do RS, atuo na área de educação e pesquiso a imigração européia, especialmente polonesa, há cerca de 5 anos.
Também sou funcionário da Previdência Social e atuo dia após dia atendendo pessoas que buscam benefícios, o que certamente me permite conhecer um pouco a realidade da inserção social das diversas etnias na sociedade brasileira, especialmente aqueles que se encontram em situação mais delicada.
Mas não me considero tão importante por ter mais que o ensino primário, como sugeriu, pois a grande maioria dos descendentes de europeus, da mesmo forma que os afro-descendentes deste país, não possui sequer o ensino primário, mas nem por isso são menos importante, merecem todo o nosso respeito. Diariamente atendo pessoas analfabetas e extremamente pobres e por incrível que pareça, a maioria não são negras, são mestiças, descendentes de italianos, poloneses, portugueses e tantas outras, são o retrato de nossa formação étnica diversa.
Comentário por Ademir Grzesczak — 11 de março de 2009 @ 20:11
É o mínimo que o Estado brasileiro pode fazer depois de mais de 500 anos de exploração. Negros e indígenas são ainda hoje as populações que não tem seus direitos atendidos e historicamente além da exploração são centenas de anos de mortes, estupros, doenças, escravidão. por isso, repito, é o mínimo e já é tarde, muitos não tiveram tempo de ter seus direitos atendidos.
Comentário por Angela Souza — 11 de março de 2009 @ 20:24
de onde virao as terras
Comentário por anizio cezar — 11 de março de 2009 @ 21:19
os atuais produtores rurais que dao alimento para todas estas pessoas que estao aqui falando terao que ser prejudicados por erros passados feito por outros decadas atras?
Comentário por anizio cezar — 11 de março de 2009 @ 21:23
boa noite segunda a contiteição todos tem direito a moradia,mais é so no papel.Assim como os indigenas tem o direito de suas terras os colombos também.
Comentário por jose marcos ferreira de lima — 11 de março de 2009 @ 21:47
Caros internautas,
Fui obrigado a excluir algumas mensagens, por motivos de agressões pessoais, xingamentos ou mesmo de mensagens racistas.
É muito saudável poder debater ideias, mas temos que aprender a fazer isso sem agredir ninguém.
Cordialmente,
Iuri Rubim
Blog das Ruas
Comentário por iurirubim — 12 de março de 2009 @ 8:48
quem hoje pode se dizer negro ou branco? nossa sociedade é fruto de miscigenação e por que dividir o país? O próprio blogueiro tem ascendencia negra e branca, por que uma das raças se sobrepõe à outra? minha pele é bem clara mas tenho ascendencia escrava também. Pq tanta raiva desses movimentos negros? pq essa sede de vingança contra aqueles que nada tiveram de culpa aos seus antepassados? Pq não pedir indenização à Portugal? Pq não pedir indenização a Angola, onde lideres tribais vendiam tribos inimigas? Pq o Estado é tido como de brancos e convenientemente estes são considerados os culpados pelo mal ocorrido no passado? Eu tenho ascendencia italiana tambem, pq devo ser discriminado? Não tomem aqueles que se consideram iguais (brancos em relação a negros) como feitores e beneficiados da escravidão, vcs só geram ódio e incompreensão.
Comentário por Naiara — 12 de março de 2009 @ 10:18
Não adianta tentar convencer ninguém aqui a nada. Aqui o que vale é de onde se fala. É como o dilema do pesquisador diante do seu objeto de pesquisa. De que lugar ele fala? Da favela, ou dos Jardins? Do Leblon ou da Rocinha? Da roça ou da Cidade?
Isso é o que importa aqui. Ninguem aqui parece querer tanscender o seu próprio olhar. Aqui, os que falam de São Paulo não fazem a mínima idéia do que acontece nos sertões do nordeste, onde praticamente todos os dias morre um trabalhador assassinado por fazendeiros que grilam as suas terras. E não sei disse porque li em algum lugar ou porque estudei na Universidade. Eu sei disso porque já estive lá, estou lá cotidianamente. Já fui aos enterros.
Assim como faço idéia (faço idéia, interpreto, mas não sei de fato) da visão de mundo que um paulista(ano) de classe média tem. E sei algo sobre isso porque já morei em São Paulo durante algum tempo da minha vida. Desse tempo, só posso concluir que, ao se voltarem todos (os media baixa, os media, e os média alta) para a Av. Paulista como se uma MECA fosse, quase todos vocês dão as costas para o resto do país. O resto do Brasil pra vocês é o que a Folha e o Estadão noticiam. Ou as praias do nordeste no verão. Devido a tudo isso, só tenho que repetir algo que já disse no meu primeiro comentário: só dá pra sentir pena de voces, que se sentem tão inteligentes, mas gastam a pouca inteligência que tem para justificar uma superioridade que só existe em suas cabeças. Quando voces falam “não existe negro no brasil” ou eu “tenho sangue negro nas veias”, voces olham para si e são incapazes de se reconhecer como negros. Mas voces - e a polícia - sabem reconhecer um negro. Sabem, nem tão no fundo, no raso mesmo voces sabem. E se acham superiores a esta raça que não existe (??) quando dizem: nós trabalhamos! nós temos vocação para o trabalho! nós progredimos pelo nosso esforço! Pois bem. Venham trabalhar num pedaço de terra do sertão, cheio de pistoleiro de olho nele, com chuvas irregulares e venham fazer fortuna. É um grande filão. Aqui, meus caros, se trabalha muito mais que voces, de sol a sol, mas é para sobreviver. Os imigrantes foram incluídos nisso que voce chama de mercado de trabalho há mais de um século. Os negros da cidade foram jodados na rua e os do interior fugiram em diáspora para as terras que ninguém queria.
Vocês podem estudar o que for (sociologia, qualquer logia). Continuarão olhando somente para o umbigo de vocês, simbolizado por aqueles executivos da Av. paulista que riem as favas de voces, que trabalham tanto… coitados.
Comentário por Mauricio — 12 de março de 2009 @ 12:29
Um milhão de hectares???? caramba!! minha tataravó era negra, será que eu consigo um pedacinho de terra por causa disso??
Comentário por Fenris — 13 de março de 2009 @ 11:12
É a primeira vez que visito o blog - muito bom, por sinal - e me eapantei (ainda me espanto!) com a quantidade de comentários racistas e preconceituosos neste post, com raras e luminosas exceções… espanto maior porque pelo perfil do blog, me pareceu que seus leitores seriam menos reacionários…
Comentário por vanessa — 15 de março de 2009 @ 20:13