“O Olodum deu a Michael Jackson a negritude que ele estava precisando”
Enquanto nesta terça-feira o mundo todo assistia a homenagem que a família e os amigos célebres faziam a Michael Jackson, o Olodum prestava ao cantor a sua homenagem particular.
Projetado mundialmente por Michael Jackson através do clipe “They don’t care about us”, o grupo baiano criou um vínculo de proximidade e afeição pelo Rei do Pop.
O Blog das Ruas entrevistou o presidente da entidade, João Jorge Rodrigues, que sempre se refere ao megaídolo apenas pelo seu primeiro nome, “Michael”.
Durante a entrevista, João Jorge relembra a época da gravação do clipe e afirma que a parceria com o Olodum “deu a ele uma negritude que ele estava muito precisando naquele momento”.
De acordo com João Jorge, o entendimento entre o astro e o grupo baiano foi imediato porque a o Olodum faz “uma música do mesmo tipo da música que ele faz, com a mesma pulsação, mesma batida”.
Prova dessa identificação mútua seria a rapidez com que foi gravado “They don’t care about us”: apenas um dia. João Jorge, entretanto, vai mais além e declara: “O Olodum é um dos herdeiros musicais da obra de Michael”.
Veja abaixo a íntegra da entrevista:
O que representou o encontro do Olodum com Michael Jackson?
O encontro do Olodum com Michael Jackson representou uma aliança com um astro pop internacional que dificilmente, nos próximos 20 anos, algum artista brasileiro vai ter chance de ter tocado junto, em igualdade de condições.
Igualdade de condições?
Nós somos atores principais no clipe com ele, em que ele não precisou de orquestra, de acompanhamento harmônico, a base de harmonia foi feita pela orquestra do Olodum.
Foi bom para o samba-reggae, muito bom, porque associou o samba, o reggae, o samba-reggae com alguém da música pop internacional e foi bom para Michael porque deu a ele um traço afro-brasileiro, afro-americano, deu a ele uma negritude que ele estava muito precisando naquele momento.
Um traço negro que ele parecia estar perdendo, deixando de lado?
Exatamente. Aquele clipe mostrou ele com uma tribo de africanos, fora da África, nas Américas, fazendo uma música do mesmo tipo da música que ele faz, com a mesma pulsação, mesma batida.
Isso é que é interessante: qual é a batida da música de Michael? Uma batida do break, da música negra. Ele era um cara da música negra, foi da música negra, e fez sucesso no mundo pop com sua música e sua dança negra.
Então no Olodum ele encontrou em Bira Jackson, em todos os músicos que estavam tocando e dançando alguém parecido com ele sem nenhum ensaio. Nos clipes anteriores, havia muitos ensaios de 15, 20 dias para que os dançarinos pegassem o sentido da música que ele queria dar. Com o Olodum, foi o ensaio de um dia e gravação ao mesmo tempo. E ao mesmo tempo música, luz, cor, cabelos diferentes, tranças diferentes, uma africanidade latente que resultou no final com ele bastante emocionado.
Então houve uma conexão emocional entre Michael Jackson e o Olodum?
Como a gente tem um som de tambores muito ligado à religiosidade, à cultura africana, à matriz da África para o mundo, provavelmente ali ele se encontrou com uma outra forma de mãe, a mãe africana. Então essa mãe africana do Olodum deu para Michael Jackson mais uma sobrevida, deu mais um tempo dele aqui conosco e, ao mesmo tempo, deu a ele mais um outro tipo de entendimento. Não de pele, mais um entendimento de cabeça, de espírito, de alma…
Uma outra negritude?
Uma outra negritude. Que é a negritude do Olodum, a negritude brasileira mais bacana que tem, modéstia à parte. Por que? Porque é plural, diversificada, é capaz de dar gestos como esse [o videoclipe]. Isso levou a Bahia para o mundo inteiro, levou o Pelourinho para o mundo inteiro, baixou o público dos shows do Olodum na Europa, que era de 26, 30 anos, foi para 14, 16. Nos aproximou do público jovem, levou uma marca brasileira, um colorido brasileiro para quase cinco bilhões de pessoas, porque ele passou em todos os canais do mundo.
Agora com a morte, Michael deixa uma herança para o Olodum, um outro tesouro: o Olodum é um dos herdeiros musicais da obra de Michael.
E o que que o grupo sentiu, qual a emoção que passou pelo grupo todo do Olodum quando ele faleceu?
É uma perda irreparável. Pessoas como Bob Marley, Elvis Presley, Frank Sinatra, quando desaparecem, fica a música para sempre. Mas sempre fica a ausência da pessoa que cantava, que fazia. O Tim Maia, a Elis Regina, Miriam Makeba, agora da África do Sul, recentemente. Você tem na realidade um sentimento de dor, mas ao mesmo tempo aquela música, que foi o que ficou, vai lhe alimentar para outra interpretação, para outra leitura.
Como assim uma outra interpretação?
Provavelmente, daqui a três anos, todos nós vamos estar pensando em Michael de uma forma diferente. Muito mais na música dele, na obra artística, nos gestos que ele fez, na simbologia que ele criou - digo isso levando em conta que aqui o próprio Olodum é um criador de simbologias: símbolo da paz com as cores do panafricanismo, um bairro inteiro que a gente ajudou a mudar, né? Talvez o Pelourinho seja o Harlem da Bahia. Talvez seja o Brooklin da Bahia.
Por coincidência, na primeira turnê nossa americana, nós tocamos no Apollo. O Apollo foi o lugar onde Michael fez seu primeiro grande show. Nosso primeiro grande show nos Estados Unidos, fora o show com Paul Simon no Central Park, foi no Apollo. Chegamos nos Estados Unidos e fomos tocar direto no Apollo. Quer dizer, estamos seguindo um pouco o Caminho da Música. Digo sempre que existe o Caminho das Índias, o Caminho da África, o Caminho da Música. Onde há algo da música, o Olodum está indo atrás.
Essa Homenagem hoje [ontem] tem a ver com o momento e a reflexão que ele exige. Nós vamos orar nas nossas diversas religiosidades para que Michael descanse em paz o seu espírito e, ao mesmo tempo, devolva, em forma de estrelas, mais elementos na terra para que surjam milhões de Michaels na Tanzânia, no Quênia, no Vietnã, no Camboja…
No Brasil?
Inclusive no Brasil. Nos guetos negros de todo o mundo. Porque isso que é bacana: é da pobreza, da desigualdade que surge algo fenomenal, que faz o mundo todo se curvar desse jeito.




Caro João seu comentário é perficaz e pertinente e exatamente o que eu também penso. Tomara que os vários herdeiros que a família Jackson tem possam no futuro seguir carreira e propagar mais ainda a musicalidade dos Jackson, mas a obra desse gênio é imortal. Espero um dia poder conferir o Olodum aqui em minha cidade Sorocaba. um abraço. Fábio Isidoro de Arruda - Presidente da Sociedade Cultural e Beneficente “28 de Setembro”.
Comentário por Fábio Isidoro de Arruda — 9 de julho de 2009 @ 16:04
JESUS CRISTO É O SENHOR… À ELE TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO LOUVOR.
Comentário por Ailton — 9 de julho de 2009 @ 16:05
adorava michael jackson vai ficar guardado a lembrança dele em nossos corações onde quer q ele esteja…..♥♥♥
Comentário por gessyka — 9 de julho de 2009 @ 16:06
Sim, a Jesus toda honra e glória! Inclusive por ter nos presenteado com um ser humano igual ao Michael.
Comentário por Jorge — 9 de julho de 2009 @ 16:20
Jesus é MEU PASTOR. Ele mordeu meu vizinho.
Comentário por Pedro — 9 de julho de 2009 @ 16:39
Quem nasceu para ser estrela sempre brilhara e é por isso que Michael Jackson esteja onde estiver estara sempre brilhando.
Comentário por Claudia — 9 de julho de 2009 @ 16:42
Sempre que leio alguma coisa referente a ele sinto ainda mais saudades, peço sempre a Deus que dê muita paz a sua alma.
Eu como cristã me surpreendo ter tanta adoração por uma pessoa comum, é claro com tantos talentos dados a ele por Deus.
Comentário por joyce — 9 de julho de 2009 @ 16:48
michael inesquecivel !!!!!!! agora esse pedro q deixou esse comentario, só pode ser um imbecil…..
Comentário por caio — 9 de julho de 2009 @ 16:52
Nem precisava postar as perguntas, você lê um trecho, e o cara faz pergunta sequenciais do que o cara pergunta. Parece professor x aluno.
Comentário por Kelwenzera — 9 de julho de 2009 @ 16:54
Michael foi um dom de Deus para nos trazer a alegria, e consegui, foi único, impedido pelos invejosos, oprimido por não agradar em suas expressões, grande gênio, grande Michael.
Comentário por Elza — 9 de julho de 2009 @ 17:14
Michael fez muita gente feliz em alguns momentos, quem o critica, são os que não conseguem ver o brilho das estrelas e muito menos o efeito de seu brilho.
Comentário por Caetano — 9 de julho de 2009 @ 17:20
E UM ORGULHO TER MUSICOS NO NOSSO BRASIL AU NILVEL DOS PRIMEIRO MELHORES DO MUDO MUNDO TA AI APROVA OLODUM Q DEUS ABEMÇOE TODOS DO GRUPO ERDEIROS.
Comentário por DENISVALDO SILVA S. — 9 de julho de 2009 @ 17:41
♥ michael jackson foi e sempre séra um idoloo un reii do pop , mesmo de tanto sofrimento ke ele passou nunca desistiu de lutar e alegrar ao puplico ke tanto os amamos nunca eskeçerei ele noss ”REI DO POP” y love you michel ♥
Comentário por mariiana♥ — 9 de julho de 2009 @ 17:42
Michael Jackson fazia música de verdade, música é arte
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O Olodum bate tambor, bater tambor é folclore e não passa de uma coisa exótica.
Logo os gringos enxergam a batida do Olodum como “aquela coisa exótica”…
Comentário por Josué — 9 de julho de 2009 @ 17:51
acho triste todo tipo de idolatria. Mas ai falar bem de Mj é demais.
Pra mim ele é um péssimo exemplo de ser humano se é que podemos chama-lo assim.
Um desequilibrado,doente, infeliz abandonado pela propria familia e ainda por cima pedófilo,triste,ninguém o ajudou agora querem ganhar algo com sua morte…TRISTE mesmo.
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Comentário por TRISTE — 9 de julho de 2009 @ 17:52
Descansou o Pequeno Principe! Obrigada ao Olodum por tantas coisas boas, tanto orgulho de ser brasileiro! Obrigada Michael por nos conquistar com sua sabedoria, sua musica, sua arte, tantas significativas e diferentes formas! Que Deus te ilumine aonde estiver!
Karina K Cantora Musicista. - Floripa SC
Comentário por Karina K — 9 de julho de 2009 @ 17:57
Certa vez o Paul Simon deu um show no Central Park e lá colocou o Olodum para bater seu tambor em 2 músicas. Daí um jornal da Bahia publicou em suas páginas que o Olodum tinha colocado 750 ou 800 mil pessoas no Central Park.
Como o povo brasileiro é mal informado termina por acreditar na ma manchete deturpada do jornal.
Shows no Central Park é de graça e quem colocou este público lá foi o Paul Simon. O Olodum teve a participação em 1 ou 2 músicas. Foi só isto.
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Dizem que o clipe do Michael Jackson com o Olodum correu o mundo. Será?!!! Olhem que quando listam os melhores clipes do Michael Jackson não incluem o citado clipe feito no Pelourinho.
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Dizem que o Olodum já é um grupo internacional. Se for feito uma pesquisa no Sul e Sudeste do Brasil talvez só uns 10 a 15% da população saibam falar algo sobre este grupo. Inclusive para o Brasil ele só aparece em época de Copa do Mundo, de 4 em 4 anos através do Galvão Bueno. Fora isto apareceu agora à custa da morte do cantor americano.
Comentário por Josué — 9 de julho de 2009 @ 18:15
.>concordo com a pessoa acima este olodum é puro comercia,saiu aquele tal de CARLINHOS porque achava que ganhava pouco!!! ai não saiu disto que esta ai!!!
Comentário por NIVALDO SANTOS — 9 de julho de 2009 @ 18:26
mj esteve no brasil, gravou e foi embora. ponto final
não vamos ficar fantasiando , dizendo q a gravação aqui foi a mais especial de todas etc e blá blá blá, pq não foi
Comentário por Fernando BR — 9 de julho de 2009 @ 18:54
michael até um dia . Cedo ou tarde a gente vai se encontrar TENHO MUITA CERTESA numa bem melhor .. eu não acredito ainda q vc se foi ….
Comentário por vander5555 — 9 de julho de 2009 @ 19:31
eu ri quando li sobre a negritude que estava faltando a Michael Jackson.
Adoro brasileiro, realmente nós nos achamos o último biscoito do pacote. EM TUDO.
Comentário por ROGERIO — 9 de julho de 2009 @ 19:33
Só complementando devido ao fato de ainda não terlido o comentário do josué.
josué, concordo em número, genêro e grau.
no dia que brasileiro parar de dizer opu fantasiar que é bom e começar a estudar/treinar/se preparar para ser bom aí sim teremos um país de primeiro mundo.
Comentário por ROGERIO — 9 de julho de 2009 @ 19:37
e só complementadode nov, caceta e planeta, sou negro mas odeio ouvir gente que não sabe nada falando droga de afro-brasileiro.
Afro-brasileiro uma pinóia. sou Brasileiro e não tenho absolutamente nada a ver com a africa.
Não pode americano criar moda que o pessoal começa a imitar igual a macaquinho de circo. É sério isso gente.
Comentário por ROGERIO — 9 de julho de 2009 @ 19:39
É bastante compreensivél que o povo brasilerio sofra de baixo estima, agora dizer que o OLODUM deu alguma coisa ao Michael Jackson, acho de uma falta de sentido do ridiculo tremenda, menos mal que isso não deve ser noticia em nenhuma parte do planeta. Esse tal de Carlinhos Marron, estieve na Europa à alguns anos divulgando a miséria do seu povo, e uma vez mais utilizou as crianças pobres da sua cidade para arrecadar uns trocados, com isso conseguiu a visita dos principes de Asturias, e certamente alguns trocados que alguns poucos devem ter usufruido. A Bahia é miséria, pobreza, alguns marmanjos tocando um tambor, e bem dito em uma ocasião, ” que si birimbau tivesse duas cortas o bahiano não conseguiria tocar, pelo nivél de dificuldade que existe. Por favor um pouco de realismo, é incrivél esse nivél de promoção em cima de um ser humano que acaba de morrer, porque não se deixa uma pessoa morrer em paz. O Mickael Jackson pelo visto não estava procurando negritude nenhuma, ele morreu branco.
Comentário por Sandra Peréz — 9 de julho de 2009 @ 19:54
Acho que Michel foi uma criança a vida inteira, da para peceberm pela entrevista que ele fez para a Rede Globo e pela sua casa cheia de passagens secretas (típica de desenhos animados) salão de jogos, máquinas de sorvete, sonduiche etc. Parece áté o filme RIQUINHO(lembra-se).
Ele, sem dúvidas, foi um dos melhores compositor e dançarino, sem falar que foi a estrela que mais vendeu discos e dificilmente alguém vai alcançar a marca de 750 milhões de cópias principalmente por causa da internet onde podemos baixar o que quisermos através dela.
Como será difícil aparecer outro Pelé, outro Michel Jordan, outrao Muramed Ali.
Quanto ao comentário do amigo Triste, temos que seguir bons momentos e esquecer os maus, então fiquemos com a part e boa que Michel nos deixou que foi a música e sua dança e deixemos para DEUS o julgamento sobre o que aconteceu em sua vida particular, pois quem julga será julgado
Descance em PAZ Michel Jackson sem dúvidas o mundo perdeu um grande ídolo……. Fique com DEUS
Marcel
Comentário por Marcel — 9 de julho de 2009 @ 20:01
michael,com certeza será inesquessivel,sempre estará em nossas memórias.te amo prá sempre
Comentário por francisco — 9 de julho de 2009 @ 20:08
Carlinhos nao era do Olodum, e podem falar o que quiser mas qdo veio gravar no Brasil, ele escolheu o OLodum. o resto vcs ja conhecem. vamos deixar o “cara” descançar em paz pelo menos
Comentário por junior — 9 de julho de 2009 @ 20:23
Calma gente Madonna vem ai pra gravar com alguma escola de samba, ou com algum grupo que vcs gostem. vamos respeitar a dor do mundo e permitir que a alma dessa estrela que viveu entre nos descance um pouco. A historia é a de MJ nao a de A, B, ou C…o que ele fez ta feito,gravado, registrado.. nao ha como mudar.
Comentário por Celso Amaral — 9 de julho de 2009 @ 20:29
carlinhos Brown era da Timbalada seu animal. va se informar primeiro e depois venha discutir. Felizmente pro Brasil a Bahia tem representantes da musica no mundo sim. Olodum, Daniela, Carlinhos, Gil, e muitos outros, dedicam parte de suas carreiras divulgando o Brasil positivamente. Folclore ou nao, é sucesso e voces terao que aceitar, ou se mudar pra Eslovenia… E cuidado pra nao encontrar o Olodum la, pq ja tocaram la 2005 e 2006 e eu fui aos shows.. MJ o melhor, sempre!
Comentário por fabio baiano — 9 de julho de 2009 @ 20:34
super fã ,agradecida por ser influenciada
em arte por este genio pois pude participar de sua explosão ¨rock with you¨ e de suas verdades
creio não ter alma tão pura qto a deste ser querido .Vamos unir os pensamentos nesta energia de amor e paz por MJ afinal merece todo respeito em forma de agradecimento por tudo q nos deixou…
Comentário por luciana — 9 de julho de 2009 @ 21:27
No Orkut tem uma comunidade do Olodum. O dono muito ufanista escreveu nela coisas tipo:
- Conhecida mundialmente, a ‘‘Banda do Pelô’’,
- possui vários integrantes muito talentosos, que se consagraram com inúmeros sucessos nacionais e internacionais.
- Com um acervo de músicas enorme, e com várias músicas gravadas ao lado dos maiores astros da música nacional e internacional,
- o Olodum se destaca como um dos maiores nomes da música; não só da música Baiana, como também da música Brasileira e mundial.
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Daí eu fiz este comentário aos membros da dita comunidade questionando o seguinte:
Para vocês o que é ser conhecido internacionalmente?
Para vocês o que é fazer sucesso no exterior?
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Vocês acham que cantar em botecos e praças públicas da Europa os leva às alturas?
Certa vez o Ed Mota falou: “Quero ser um cantor internacional, mas não cantando em botecos e praças públicas da Europa e dizer que foi sucesso de público e critica”.
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A música do Olodum não pode ser classificada como arte. Tá mais para folclore…
Comentário por Josué — 9 de julho de 2009 @ 22:56
ELA ESTÁ LONGE DO 1º MUNDO
Lá pelos idos de 1993/94 a Daniela Mercury se apresentou nos States e claro, como sempre nossa mídia divulgou que a axezeira tinha conquistado a América. O Jornal Nacional noticiou seu show por lá e mostrou uma fila de brasileiros comprando ingressos e claro, quis que acreditássemos que eram americanos indos ao show da rainha do axexé.
Vejam o comentário de um jornalista de um jornal da Bahia sobre a ida da axezeira até os EUA. Ela deve ter ficado retada da vida com o jornalista que não deu uma de bajulador e tome-lhe críticas. Viu rainha do axexé?!!!
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Minha intenção é mostrar às pessoas o quanto elas estão enganadas ao pensarem que nossos músicos fazem sucesso no exterior.
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Assim escreveu o Jornalista para o jornal:
“AS CHANCES DE DANIELA MERCURY CONQUISTAR OS EUA SÃO MUITO REMOTAS” Mesmo forte, ‘marketing’ da Sony tem limites. A dona de N.Y. é DanieIa Mercury? Se depender do marketing da Sony Music (que apenas cumpre seu papel corporativo) e da subserviência e provincianismo de parte da imprensa baiana, a cantora já deu uma bela mordida na grande maçã. É muita babação de ovo e fé cega nos press; releases para acreditar que o show da cantora, no último dia 23, no Ritz, foi algo marcante no showbusiness nova-iorquino. Mesmo assim, até a semana passada saíam matérias e rasgações de seda. As vezes, com tradução de uma crítica do New York Times. Mamma mia, a imprensa ugla-ugla busca referencial no que, supostamente, ela acredita ser uma opinião abalizada e prestigiosa. Essa postura distorcida dos fatos não é algo novo. A maioria dos artistas baianos faz apresentação para brasileños em Miami ou Nova Iorque, por exemplo, e ganha notas nos jornais soteropolitanos como se estivesse “fazendo a América”. Percussionistas rodam a Europa se apresentando em bibocas e, de repente, noticiam o fato como turnês… Poupe-me.
Daniela Mercury não é chinfrim, mas sua apresentação em N. Y. foi um cartão de visitas para o mercado hispânico nos Estados Unidos, com empresários e executivos convidados da Sony, sem falar, claro, dos brasucas. Longe da pátria amada e idolatrada, eles comparecem e aplaudem até mico-leões dourados travestidos de popstar. Não existe nenhuma maneira de se conquistar o mercado fonográfico norte-americano cantando em língua não-inglesa. Milton Nascimento, Djavan e Tom Jobim podem fazer quantas turnês quiserem pelos EUA, mas nunca atingirão mais que gringos antenados, músicos, brasleiños auto-exilados e fãs da world-music É a lei do cão. Daniela Mercury tem tudo para invadir o mercado latino (Já vai desembarcar no México). Quanto ao mainstream americano, duvido.”
(Texto do jornalista Hagamenon Brito do Jornal Correio da Bahia.)
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E AQUI FAÇO O MEU COMENTÁRIO:
“Esta apresentação da nossa Popstar tupiniquim aconteceu no início da década de 90.
O que o jornalista falou é o que sempre comento com as pessoas que acreditam em tudo que nossa mídia ufanista divulga.
Caetano, Gil e outros quando se apresentam no exterior a mídia tupiniquim escreve e diz que Caetano e Gil estão em turnê na Europa e EUA.
TURNÊ!!!? Cantar e bater tambor em bibocas, praças públicas ou até num teatro razoável com um público de 90% de brasileiros é TURNÊ!!!?
Pode-se chamar turnês sim, mas as apresentações pelo mundo feitas por um Elton John, Madonna, Michael Jackson, Iron Maiden, Rolling Stones, U2…
Certa vez o Ed Mota falou que queria ser um cantor internacional, mas não cantando em praças públicas e bibocas na Europa/EUA e falando que é sucesso de público e crítica.
Em Salvador anualmente tem um tal festival chamado “Perc Pan” com os maiores batedores de tambores, tocadores de timbaus, cuícas, reco-reco, pandeiro, zabumba…
Pois bem, vêm para participarem deste tal festival alguns músicos de países da África que ninguém nunca ouviu falar, um ou dois da Jamaica, EUA, Inglaterra que também nós nunca ouvimos falar…
Daí toda mídia baiana (a Folha de S. Paulo também dá uma notazinha) divulga que em Salvador vai acontecer o maior festival de percussão do mundo e que aqui estarão grandes estrelas internacionais, músicos assim e assado.
Ah, quem participa também é o Naná Vasconcelos, ô cara engraçado.
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Bom, daí a Margareth Meneses dá uma entrevista numa rede de TV local e diz mais ou menos o seguinte: - É, onde se faz a melhor música do mundo é nos EUA, em segundo lugar é em Cuba e em terceiro lugar é no Brasil.
Ela toda cheia de si continua falando mais e diz: - Bom, esta semana viajo para a Inglaterra.
A entrevistadora lhe pergunta: - Sim Margareth, mas você viaja e o Perc Pan?
Ela, a Margareth Menezes, responde: - Bom, chegarei a tempo. Faço uma apresentação em Londres, passo por não sei onde mais… blá, blá, blá… chegando a Salvador me apresento no Perc Pan. (Ela fala como se fosse uma super star).
Se tiver três músicos (tão mais pro folclore) que faço questão de ver na televisão é Tom Zé, Ermeto Pascoal e Naná Vasconcelos, êta caras que fazem graça. O que tira som até de uma chaleira é demais!”.
Em 2005 a Axezeira Daniela Mercury falou que está trabalhando para conseguir o que a Bossa Nova conseguiu: Conquistar o mundo. Como deveria está delirando e sem saber o que falava ainda balbuciou algumas palavras querendo dizer que ia eletrizar o mundo.
Comentário por João — 9 de julho de 2009 @ 23:09
ELES NOS IGNORAM…
LEMBRAM QUE EM 1985 TEVE UM FESTIVAL CHAMADO LIVE AID?
ELE UTILIZOU A VERBA PARA AJUDAR NO COMBATE A FOME NA ETIÓPIA.
Pois bem, 20 anos se passaram e o festival Live Aid voltou a acontecer em julho de 2005. O evento tem caráter beneficente. Desta vez, o festival, que agora se chama Live 8, teve como objetivo ajudar os países de terceiro mundo a crescerem economicamente através da diminuição das barreiras comerciais dos países desenvolvidos.
Também chamar a atenção para a pobreza da África e países em desenvolvimento.
Foi realizado quando o G-7 + a Rússia iam se reunir… Acho que é por aí.
Grandes nomes da música garantiram presença na festa como U2, Paul McCartney, Coldplay, R.E.M, Elton John e muitos outros.
Mas porque estou escrevendo sobre o Live Aid? Bom, sou vidrado em notícias sobre a boa música e também estou à procura de alguém que me dê uma explicação racional para tirar algumas dúvidas que tanto me atormenta.
Certa vez a cantora de axé Margareth Meneses em uma entrevista numa TV diz mais ou menos o seguinte: -“É, onde se faz a melhor música do mundo é nos EUA, em segundo lugar é em Cuba e em terceiro é no Brasil”.
Esta mesma cantora mais a Ivete Sangalo e Daniela Mercúrio sempre falam coisas tipo diversidade musical, talento do nosso músico, dizendo elas que aqui o brasileiro pega um reggae e mistura com um samba e daí sai um samba-reggae.
O Caetano diz: “Onde se faz a melhor música no mundo é nos EUA e depois no Brasil e olhe lá se a nossa não for a melhor”.
Baden Pawel diz coisas tipo: onde se fazem as letras mais bonitas e ricas em harmonia é no Brasil.
Também em 2005 o Cauby Peixoto falou que onde se faziam as melhores letras de músicas era no Brasil.
Outro diz: O americano faz uma música melhor que a nossa, mas nossas letras são melhores.
Tom Jobim falou certa vez que os americanos adoravam nossa música e que já estava cansado de tanto ouvir Garota de Ipanema nos elevadores de Nova Iorque.
E citações da nossa imprensa: Quando a Bossa nova ganhou o mundo,
o americano passou 30 anos para descobrir o Tropicalismo,
a Europa aos pés da MPB,
tal músico encanta os americanos,
Tom Zé é o Bob Dylan brasileiro,
New York Times faz referência a Caetano e Tom Zé,
Carlinhos Brown pára Barcelona,
Brasil encanta os Franceses no aniversário da Revolução Francesa,
o Brasil encanta os gringos com sua música,
Gal encanta o mundo com sua maravilhosa voz,
Milton Nascimento é amigo do Sting, bla, bla, bla…
Tem até uma história fictícia onde a mídia tupiniquim anda divulgando que “Garota de Ipanema” é a 2ª música mais divulgada e tocada no mundo só perdendo para Yesterday dos Beatles. Eles só não dizem de que fonte tirou esta lorota.
Bom, se não tomasse tanto espaço eu citaria mais uns 30 depoimentos de nossos músicos tupiniquins e da imprensa brasileira.
Pois é, mas onde está minha dúvida?
Está aqui: Se o Brasil é tudo isso e muito mais, então porque quando os gringos fazem seus grandes festivais nunca incluem um músico brasileiro? Esquecimento? Problema de idioma?
Mas o tal Sepultura não anda berrando músicas em inglês?
Vamos ficar no Live Aid, festival de caráter social onde defende uma causa nobre e que participaram dezenas de músicos em 10 cidades pelo mundo. Ué!!! Porque não incluíram uma cidade brasileira?
Porque não chamaram o pessoal do Criança Esperança eles não tem experiência com causa social? A Daniela Mercúrio o Renato Aragão são ou foram embaixador e embaixatriz pela Unicef, não lutam pelas crianças pobres?
Certa vez nossa imprensa divulgou que o Brasil já estava inserido no roteiro dos grandes festivais de música internacional, devem ter nos esquecidos.
Porque não convidaram o Gil e Caetano para cantarem “O Haiti é aqui” ou o Gil cantar (ou berrar?) a versão do Bob Marley, Woman no Cry, que o jornal Francês considerou uma demagogia. Pois é, o jornal Le Monde achou demagogia o Gil cantar a música do Bob Marley.
Estes cantorzinhos deveriam saber a diferença entre cantar no Brasil e cantar em outro país onde seu povo tem um melhor gosto para ouvir música e sendo assim não é qualquer Zé de qualquer país que chega por lá tentando lhes enganar.
Em 1979, na Alemanha, o mesmo Gilberto Gil recebeu uma estrepitosa vaia do público, descontente com seu repertório em inglês.
Enganam aqui.
Mais uma dúvida:
Se nossa música é tão reconhecida no exterior porque quando os meios de comunicação dos EUA e Inglaterra elegem os melhores discos, melhores músicas, melhores cantores, melhores isso e aquilo do século nunca incluem nada do Brasil?
A própria França que dizem adorar nossa música elegeu as melhores músicas do século (ver o jornal Tribuna da Imprensa) não incluiu nenhuma música nossa.
Justiça seja feita, só vi em uma lista a inclusão de Garota de Ipanema, foi numa lista das 365 melhores do século feita nos EUA. Garota de Ipanema está em 65º lugar e olhe que a canção eleita é gravada por um americano em parceria com um brasileiro.
Mais outra dúvida:
Desde os anos 70 acompanho a música deles e também a nossa, 36 anos lendo muitas coisas e também ouvindo o bom rock’n'roll. Pois bem, 80% dos músicos estrangeiros que vieram ao Brasil dizem desconhecer nossa música.
1974: Tom Jones veio ao Brasil e quando lhe perguntaram o que ele achava do Roberto Carlos ele respondeu:- Mas quem é Roberto Carlos?
Início dos anos 80: Em New Yorque Caetano entrevista Mick Jagger para a recém inaugurada TV. Manchete. Tempos depois Mick Jagger vem ao Brasil e lhe perguntam sobre Caetano, claro que ele não se lembrava do Caetano. Normal, é como se Bush viesse à Recife e uma TV regional lhe entrevistasse…
Certa vez Marília Gabriela entrevistou Kissinger. Perguntem hoje se ele sabe quem é M. Gabriela.
1984: Vem ao Brasil Mick Jagger e diz que desconhece a música brasileira.
Lembro que no inicio dos anos 70 um cara entrevistou em Londres o Mick Jagger e daí passou no Fantástico. Nunca esqueço a cara que o Mick Jagger fez quando o cara da Globo lhe perguntou o que ele conhecia da música latino americano. Ele sabia tanto quanto eu sei de Física Quântica. NADA. Pela cara do inglês deu para perceber que além dele não conhecer ainda ignorava por completo. O repórter da Globo era o Robert Feith.
Eu sei umas 20 histórias deste tipo.
Alguns músicos americanos quando ficam no ostracismo viajam para o 3º mundo à procura (segundo eles) de uma batida diferente. Daí pega o Tom Zé, o Olodum, a Margareth Menezes o Caetano e levam a tiracolo nossos músicos tupiniquins. Dias depois o Fantástico noticia que Margareth roubou o show do David Byrne.
Com seu ufanismo exagerado um jornal da Bahia noticiou em seu caderno de artes que o grupo Olodum colocou 800 mil pessoas no Cenral Park. Não é por aí, a verdade é que o Paul Simon fez uma apresentação neste famoso park de Nova Iorque e em uma ou 2 músicas colocou lá o Olodum para bater seu tambor, foi só isso que aconteceu. E sabemos que estas apresentações no Central Park são de graça.
Já nos dias de hoje o pessoal do Iron Maiden, do Black Sabbath, o Ozzy e + outros, envelheceram, vendem pouco nos EUA e agora estão descendo para nosso hemisfério em busca de dólares. Aqui eles dizem que nos adoram, que adoram nossa cultura etc. Estão mentindo.
Deus do céu como me doeu ver o grande Deep Purple no Programa do Jô. Quem diria que um dia o Deep Purple iria naquele programa chato. Tomara que eles não se rebaixem ainda mais ao ponto de irem ao programa Altas Horas do chato Serginho Groisman, no Faustão ou no programa da Hebe…
Quando vi o pessoal da banda Deep Purple no Jô pensei: “A que ponto chegaram estes deuses da música, será que tão se sentindo no ostracismo e vão a qualquer programazinho?”
Além do mais achei uma falta de respeito com seu público.
Se fosse o Bom Jovi, o pessoal do New Kids On The Block, N’SYNC, Backstreet Boys, o Caetano, Sepultura…
Porra cara, vocês tem história, vocês não são qualquer um.
Aí o Jô vai achar que no seu programa tanto faz ir o Caetano, o Marcelo D2 ou o Gabriel pensador de lorota como pode ir o Deep Purple.
É, fazer o que!!! Não tive o poder para impedir esta tragédia então como parte de seu público tive que digerir esta.
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Americano e Europeu devem achar nossa música uma coisa exótica…
Aliás, (segundo a CNN e já li em algum lugar) o único músico do 3º mundo que fez sucesso no 1º foi Bob Marley. Coloco aí também o Carlos Santana
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Cada qual em seu cada qual: A Guitarra é deles e o Pandeiro é nosso.
Comentário por Josué João — 9 de julho de 2009 @ 23:20
Tristeza no planeta Terra a morte do Cantor Pop Michael Jackson.
Digo que as homenagens, os reconhecimentos, as forças deveriam ter sido feitas quando vivo …Para alegria, segurança e certeza própria que ele sempreeeeee era o Melhor ‘ASTRO REI DO POP !!!!
Obrigadaa
Karla Regina Pacheco.
Comentário por KARLAREGINA PACHECO — 9 de julho de 2009 @ 23:34
finalmente michael jackson vai poder descansar em paz pois sua passagem aqui na terra foi muito sofrida e deus só levou ele porque tem um lugar marcado para ele descansar .♥♥
te adoro michael jackson
Comentário por adrielly — 10 de julho de 2009 @ 8:31
michael jackson foi e sempre vai ser o melho canto do mundo e era de mas bjos para toda familha
Comentário por aline — 10 de julho de 2009 @ 9:11
♥Concerteza o luto mundial,vai continuar por ter morrido um astro,ou um fenômeno,que nos o moonwalk…
♥Eu amo você Michael Jackson!
We are the word,we are the children…
Thriller!
Acabou tudo isso não tem mas o rei do pop Michael Jackson!
Comentário por Rafaella Morais — 11 de julho de 2009 @ 9:56
eu adorei a foto
Comentário por gabriella — 11 de julho de 2009 @ 14:06
QUANDO TIVE A NOTÍCIA QUE MICHAEL MORREU PRA MIM PARECEU QUE MARREU MEU PAI EU TENHO 10 ANOS E EU AMO O MICHAEL JOSEPH JECKSON!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Y LOVE MICHAEL
Comentário por jhennifer — 11 de julho de 2009 @ 21:34
OI,SOU EU DE NOVO A MENINA DE 10 ANOS,QUERO DISER QUE MORREU UM REI , UM PAI E NASCEU UMA LENDA. MAS EU NÃO ACREDITO QUE ELE MORREU!
Comentário por JHENNIFER — 11 de julho de 2009 @ 21:41
Meu Deus como esta sendo tão dificil conviver com essa dor no peito, por mais que eu NUNCA tenha visto o Michael pessoalmente mas é como se eu tivesse perdido alguém da minha familia, como gostaria de ir pra glória primeiramente para lhe encontrar e te agradecer por tudo que tens feito por mim e depois encontrar o meu irmão Michael que mesmo tão distante é como se estivesse tão perto de mim, é estranho pois o meu amor por ele é tão grande que sinto a sua presença em todos os momentos
TE AMO MICHAEL NÃO VEJO A HORA DE PODER TE ENCONTRAR
Comentário por Michele — 13 de julho de 2009 @ 14:47
michael jackson como eu gostaria de conhecer vc pessoalmente.
mas infelizmente deus te chamou antes, mas um dia nos iremos nos encontrar………..
Comentário por regiane.b.silva — 13 de julho de 2009 @ 15:13
michael jackson vou sentir muita falta de voce
Comentário por brunna — 13 de julho de 2009 @ 17:35
eu não tive a oportunidade de conheçer o Michael mas sei que ele era uma otima pessoa eu adorava ele espero que ele discançe em paz
Comentário por raiane — 14 de julho de 2009 @ 15:20
eu adorava ele como cantava a unica coisa que ele fes de errado foi ficar branco
Comentário por piper — 21 de julho de 2009 @ 20:55
filho da mae por que foi morrer agora que eu ia no show gastei uma nota mais valeu a intensao
Comentário por piper — 21 de julho de 2009 @ 20:57
Piper ele não ficou branco, só a pele dele ficou branca mas não foi pq ele quis, Michael teve vitiligo! a imprensa espalhou essa besteira por anos e tem gente q ainda acredita q o cara não gostava de ser negro! Afff, va se informar! Belo texto, mas o Michael nunca perdeu a negritude dele não, da pra ver na musica, na dança e na sua interação com a Africa e suas origens das quais ele muito se orgulhava. Pra quem não sabe ele falou disso várias vezes.
Descanse em Paz, rei do pop!
Sua obra é imortal, vc tirou a cultura negra dos guetos e a fez dominar o mundo!
Comentário por Laura — 4 de agosto de 2009 @ 11:14
MICHAEL JACKSON EU E TODO O MUNDO TE AMOS POIS VOCÊ REVOLUCIONOU O MUNDO POP e será lembrado para sempre nós te amos e você será como queri ser peterpan em nossos corações!!!!!
Iporã do Oeste - SC
Daiane W Mallmamann ADEUS MICHAEL JACKSON
Comentário por Daiane Wendling Mallmann — 6 de agosto de 2009 @ 11:38
uma pena o tom jones desconhecer o roberto carlos…pois poderia ter aprendido com o rei a manter-se sempre no auge.
Comentário por ricardo sena — 5 de setembro de 2009 @ 19:27
eu gostaria de ti teconhecido mas nao tive essa portunidade.mas ti agradeço porque vc é muito especial nao só para mim mas para todos.
Comentário por denise — 15 de outubro de 2009 @ 14:09
SOU FAN DO MICHAEL JACKSON E DE SEUS FIHOS TIAMO REI DO POP VOCE FOI SERA SEMPRE O MEU REI DO POP
Comentário por ELISABETHE — 27 de outubro de 2009 @ 19:46