Terra Magazine

31 de maio de 2009

GO: Após 23 dias, Festa do Divino chega ao fim em Pirenópolis

Este domingo, o Imperador vai desfilar sobre as ruas de Pirenópolis, acompanhado de virgens e levando seu cortejo para uma missa solene na igreja matriz da cidade. Após a missa, cantada em latim, será escolhido um novo Imperador, que governará a cidade apenas na próxima Festa do Divino, no ano seguinte.

A Festa do Divino Espírito Santo é a celebração popular mais importante de Pirenópolis. Tanto que está em processo de tombamento e poderá obter status de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, reconhecido pelo IPHAN. Tradicional, acontece na cidade desde a segunda metade do século XVIII, embora tenha sido documentada pela primeira vez apenas em 1819.

Grande expressão da fé católica, a Festa do Divino tem origem difusa na Europa. Ao atravessar o atlântico, ganhou a participação de índios e negros e também cedeu à mistura, incorporando folguedos profanos e originais de outras datas religiosas, a exemplo do Congo, dos Mascarados, das Cavalhadas e das Pastorinhas.

A Festa é realizada em Pirenópolis desde meados do Século XVIII

A Festa é realizada em Pirenópolis desde meados do Século XVIII

Em Pirenópolis, a Festa do Divino dura 23 dias. Começou no dia oito de maio, com a saída da Folia do Divino Espírito Santo denominada popularmente “Folia do Padre”, percorrendo a zona rural do município.

No dia 24 de maio, a Folia do Espírito Santo desfila na cidade em busca da casa do Imperador. No mesmo dia, é levantado o mastro, com direito a fogueiras e queima de fogos.

Daí em diante, todos os dias começam com Alvoradas, a Novena do Espírito Santo (então no terceiro dia) continua até o sábado e a semana é ocupada com muitas outras atividades.

Toda essa preparação leva ao domingo, último dia da Festa - pela tradição, o Domingo de Pentecostes (50 dias após a Páscoa).

S�mbolo da Festa do Divino na cidade

Símbolo da Festa do Divino na cidade

Figura central da Festa, o Imperador é escolhido por sorteio, no domingo do ano anterior. Qualquer um pode se candidatar para o nobre cargo, sob o qual repousa a responsabilidade de organizar a Festa. “Se rico, promove a festa com suas posses; se pobre a promove com a ajuda do povo”, diz a tradição pirinopolina.

Os habitantes da cidade também podem se oferecer para a posição quantas vezes quiserem. Na relação dos Imperadores da Festa, que em 2009 chega ao número 191, várias pessoas já foram sorteadas por duas ou três vezes.

O Imperador tinha bastante prestígio na época dos primeiros registros oficiais da Festa do Divino, no início do Séc. XIX. Tão grande que, naqueles tempos, possuía inquestionável autoridade, a ponto de libertar da cadeia presos políticos, o que realmente era feito.

As cavalhadas foram introduzidas na Festa por um dos Imperadores

As cavalhadas foram introduzidas na Festa por um dos Imperadores e duram três dias

Foi justamente um Imperador, o Padre Manuel Amâncio da Luz, quem introduziu as Cavalhadas, simulação da luta entre mouros e cristãos, que começa no Domingo do Divino e dura três dias.

Além disso, o mesmo Pe. Amâncio mandou confeccionar uma coroa de pura prata, a Coroa do Divino, oferecendo-a à Igreja Matriz, e distribuiu à população pãezinhos e alfenins, docinhos feitos de açúcar puro chamados de Verônicas, ato que também foi incorporado à tradição da Festa.

Quem estiver por perto de Pirenópolis e nunca teve a oportunidade de conhecer um Imperador, essa é sua chance. Hoje ou daqui a um ano.

(fotos: Portal de Turismo de Pirenópolis)

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14 de abril de 2009

PE: Festa da Pitomba é realizada há mais de 350 anos

É uma das manifestações religiosas mais antigas do país. Em sua 352ª edição (!), a Festa de Nossa Senhora dos Prazeres começou no último domingo e segue até o dia 20 de abril no Parque Nacional Histórico dos Guararapes (Jaboatão dos Guararapes, PE).

Igreja Nossa Senhora dos Prazeres dos Montes dos Guararapes

Igreja Nossa Senhora dos Prazeres dos Montes dos Guararapes

A Festa é popularmente conhecida como Festa da Pitomba, por causa da fruta tropical colhida nesta época, muito apreciada na região.

Além de antiga, a Festa é extensa: em geral, acontece nos primeiros 10 dias após a Páscoa. Como ocorre com quase todas as festas populares do Brasil, o lado “profano” das comemorações acaba ganhando maior visibilidade.

Em 2009, a programação não-religiosa da Festa tem shows de pelo menos três grandes atrações por noite - com destaque para Dominguinhos, Reginaldo Rossi e a Orquestra da Bomba do Hemetério.

Durante a Festa da Pitomba, o público pode participar de oficinas gratuitas de brinquedos feitos de material reciclado, desenho artesanato, colagem, percussão, circo, hip hop, dança popular e de salão. Caso prefira, há também atividades esportivas: futebol, vôlei, atletismo, ginástica e artes marciais.

Isso tudo sem contar o lado religioso da Festa, responsável pela sua origem e perpetuação por mais de três séculos e meio.

A devoção à Santa se materializa na realização diária de missas, novenas com noiteiros, cânticos marianos, batizados, crismas e casamentos.

A maior expressão da fé em Nossa Senhora dos Prazeres, entretanto, é o monumental cortejo com a imagem da Santa, que sai em procissão acompanhada por milhares de fiéis. Muitos deles sobem o Morro dos Guararapes de joelhos, para depositar aos pés da Santa oferendas em agradecimento às graças recebidas.

Santa guardiã das tropas brasileiras

Talvez ofuscado pela exaustiva programação de festejos, o significado da Festa - um marco na história do país - perde um pouco de evidência.

A sua origem remonta ao tempo em que as tropas brasileiras travavam uma sangrenta batalha para liberar a região, tomada pelos os invasores holandeses em 1630.

Segundo as tradições, a Santa fez uma milagrosa aparição aos soldados diante do Monte Guararapes, para proteger, fortificar as tropas e comandar a vitória dos brasileiros contra os inimigos estrangeiros.

A partir da aparição da Virgem dos Prazeres, o comandante das tropas brasileiras, general Francisco de Menezes, como agradecimento, mandou edificar uma Capela-mor, em homenagem à Santa, pelas vitórias alcançadas nas duas importantes batalhas contra os holandeses, após 24 anos de dominação.

Em documento textual datado de 8 de novembro de 1656, emitido pelo general, consta o registro de autorização para entrega da Capela à Ordem Beneditina de Olinda, com a seguinte ressalva:

“Neste altar deverá ser celebrada missa todos os dias santos, e todos os anos deverá exaltar Nossa Senhora dos Prazeres, com grandes festejos e muita pompa”.

A partir de então, o compromisso foi honrado, resultando numa tradição de 352 anos de homenagem à Santa - e de festejos populares.

(foto: divulgação)

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9 de abril de 2009

Procissão do Fogaréu é realizada em várias cidades brasileiras

Nos primeiros minutos desta quinta-feira, mais uma vez milhares de pessoas (cerca de 30 mil) lotaram as ruas de Goiás Velho para ver o espetáculo da Procissão do Fogaréu.

Tradicional manifestação da cultura popular - acontece há mais de 260 anos -, a cerimônia dura duas horas e simboliza a busca e a prisão de Jesus Cristo.

Com as luzes das ruas apagadas, milhares de pessoas caminham pela cidade carregando tochas ao som de tambores e músicas barrocas do século 19. À frente da procissão, dezenas de farricocos, fiéis encapuzados que representam a guarda romana.

As figuras encapuzadas remontam às cerimônias espanholas, mais especificamente as de Toledo e Sevilha e ao período da inquisição. A escuridão, as tochas, os encapuzados e a rapidez com quem se desenrola a cerimônia criam um clima medieval assustador e excitante de beleza sem igual.

A Procissão do Fogaréu de Goiás Velho é certamente a mais famosa do Brasil. Engana-se, porém, quem pensa que seja a única. O Blog das Ruas fez uma pesquisa e descobriu muitas outras procissões do fogaréu ocorrendo em diferentes cidades do Brasil.

Realizam a cerimônia de fé desde cidades bastante conhecidas dos brasileiros, como Paraty e Olinda, até a pequena Florânia (RN), município de apenas oito mil habitantes, a 200 km de Natal.

O Blog das Ruas encontrou nove cidades que fazem regularmente a Procissão. Sete delas, no nordeste brasileiro.

Várzea Alegre, localizada ao sul do Ceará, a quase 500 Km de Fortaleza, foi a primeira delas a realizar a cerimônia, no último dia 3, uma semana antes da sexta-feira da paixão.

À exceção de Várzea Alegre, a realização da procissão nas outras cidades divide-se entre a madrugada de quarta para quinta-feira, como acontece em Goiás Velho, e da quinta-feira santa para a sexta-feira da paixão.

No primeiro grupo, estão Caxias (MA), Olinda (PE) e Pedreira (SP); no segundo, Florânia (RN), Paraty (RJ), Oeiras (PI), São Cristóvão (SE) e Serrinha (BA).

Enquanto em cidades como São Cristóvão (SE) - a quarta mais antiga do Brasil -, as cerimônias são uma tradição secular, em outros municípios, a exemplo de Florânia (RN) e Pedreira (SP), a procissão esta apenas em suas terceira e quarta edições, respectivamente.

São datas, cenários e formas de diferentes de interpretar a busca e a prisão de Cristo, igualadas apenas pela fé dos manifestantes e pela plasticidade dessa expressão cultural.

(fotos da Procissão do Fogaréu em Goiás Velho, em 2008 - gentilmente cedidas por Benedito Braga)

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25 de março de 2009

CE: cidade faz eleição para escolher “Judas”

O município do Crato (CE), na região do Cariri, divulgou neste domingo o resultado de uma eleição diferente: a cidade votou para escolher quem seria eleito o próximo Judas a ser malhado no Sábado de Aleluia - neste ano, dia 11 de abril.

A votação ocorreu entre os dias 14 e 21 de março, em 20 “seções eleitorais”, com urnas espelhadas por escolas, mercearias, bares, restaurantes, bancas de artesanato - houve até mesmo uma urna itinerante.

Compareceram ao pleito 9860 eleitores, quase 9% da população total do município.

- É uma brincadeira cheia de irreverência, mas tem um quê de seriedade, serve como veículo para provocar discussões na sociedade. A eleição é um gancho muito importante para discutir tradição, mas também os problemas em evidência - argumenta o professor Cacá Araújo, idealizador e coordenador geral da eleição.

O boneco de Judas é estourado com bomba

O boneco de Judas é estourado com bomba

Apuradas as urnas, o vencedor, divulgado no último domingo, foi “Pedofilino Safadus”, um símbolo do crime que vem assustando muitos lares do país.

Essa eleição, o “Político Corrupto” não ganhou, mas ficou em segundo lugar e garantiu a suplência por uma margem muito apertada de votos (2764 a 2701).

O vencedor da eleição ganha um boneco, que será explodido com bomba (isso mesmo, explodido) pelas suas traições.

A Malhação do Judas - tradição muito popularizada no interior do Nordeste - é antecedida por um cortejo de anunciação com cerca de 100 brincantes, ao qual se juntam figuras populares dos reizados, como mateus, catirina, o boi, grupo de caretas, dentre outros.

O cortejo atravessa a cidade e para no sítio do Judas, um espaço montado na cidade onde a população brinca de “roubar” as frutas, cigarros, dinheiro e bebidas do personagem. “A façanha é sair do sítio e de preferência com o roubo”, explica Cacá Araújo, também diretor da Cia. Cearense de Teatro Brincante / Sociedade Cariri das Artes.

Não é fácil "roubar" o s�tio de Judas

Não é fácil "roubar" o sítio de Judas

A tarefa de roubar o Judas não é tão fácil assim, logo que o local é guardado por “caretas”, que chicoteiam (!) todos os possíveis assaltantes.

Quando aproximadamente sete mil pessoas estão reunidas em torno do sítio, tem início a leitura do Testamento do Judas, um cordel que faz provoca a população com brincadeiras e denúncias.

Lido o testamento, é chegado o momento do estouro do Judas.

Um bispo é eleito Judas

A tradição de eleger um Judas alcança em 2009 o seu nono aniversário. A festa nasceu em uma escola pública onde Cacá Araújo era diretor.

O resultado do primeiro pleito - que elegeu o mosquito da dengue - prova que a eleição é também educativa e política. Além do mosquito, venceram a eleição George W. Bush (2003), o Juiz Percy Barbosa, que assassinou friamente um vigia de supermercado em Sobral-CE (2005) e “Demutrônio - o monstro das multas”, numa alusão ao Departamento Municipal de Trânsito (2006).

A leieção de Dom Luiz Cápio para Judas gerou problemas com a igreja

A leieção de Dom Luiz Cappio para Judas gerou problemas com a igreja

Em 2008, a cidade elegeu como “Judas” o frei Dom Luiz Cappio, por causa de sua luta contra a transposição do Rio São Francisco.

- Isso deu o maior problema com a igreja daqui, que cismou com a gente dizendo que o ataque seria contra a instituição. Mas, não. O que queríamos era abrir uma discussão sobre a transposição do Rio - lembra o professor Araújo.

Para realizar a eleição, todo ano é reunido um colégio eleitoral de 60 a 100 pessoas. Cada membro do grupo recebe um formulário para indicar dois nomes de personalidades ou problemas sociais.

Os mais votados passam a integrar a cédula de votação, com cinco nomes, que é então submetida à população da cidade.

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5 de março de 2009

DF: Encontro exalta tradição centenária de Folia de Reis

“Na família Vieira, a folia de reis passa de geração para geração. Deve estar beirando os 100 anos”, conta José Nucías Vieira Brandão, guia de folia do grupo Irmãos Vieira.

Assim como os Irmãos Vieira, dezenas de grupo de folia de reis estão reunidos em Brasília, para o IX Encontro de Folia de Reis do Distrito Federal, que começa hoje e vai até o dia 8 de março, no Parque de Exposições da Granja do Torto.

O Encontro reúne na capital federal folias e ternos de reis de cinco estados brasileiros (GO, MG, SP, RJ e SC), além do Distrito Federal. “Entre 20 e 30 grupos de folia devem estar do evento, computando aproximadamente mil participantes”, revela Volmi Batista, idealizador e coordenador do Encontro.

Batista afirma ainda que, não fosse pelo limite da estrutura do evento e pelo período da Quaresma - quando muitos desses grupos, por motivos religiosos, não têm atividades -, a quantidade poderia até dobrar. “A demanda é bem maior. Poderíamos ter mais de 50 grupos reunidos aqui”, diz.

Os tambores são parte essencial da folia de reis

Os tambores são parte essencial da folia de reis

- Gostamos muito de participar, de fazer nossas danças e cantorias. Neste encontro, vemos de novo colegas, outras folias de muitos lugares. É um local que você se sente bem. Não sei se é porque é um pessoal mais humilde, né, mais fácil de conviver… - opina Joaquim de Felipe, 52, capitão do grupo “Unidos na Fé”, da zona rural de Planaltina, que participa pela terceira vez do Encontro.

O público Parque de Exposições da Granja do Torto pode assistir gratuitamente as apresentações das folias de reis, de duplas caipiras e violeiros conhecidos, como Almir Sater, que faz o show de abertura desta noite.

Pode também experimentar pratos típicos, comprar artesanato, ver presépios e fazer oficinas de danças folclóricas, confecção de instrumentos e brinquedos populares. São esperados cerca de 50 mil visitantes nos quatro dias de programação.

A rabeca também tem o seu espaço

A rabeca também tem o seu espaço

Realizado anualmente, o Encontro de Folia de Reis tem como principal objetivo chamar atenção para esta tradição centenária dos interiores do Brasil.

- Todo ano, a gente vem para o centro irradiador que é Brasília para discutir as necessidades que esses grupos têm para preservar essa antiga e rica tradição brasileira - explica o coordenador do encontro.

A Folia de Reis é uma tradição de origem portuguesa, trazida pelos padres jesuítas, que ganhou força especialmente no séc. XIX e mantém-se viva em praticamente todo o Brasil, especialmente em Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.

Os palhaços fazem parte da folia de reis

Os palhaços fazem parte da folia de reis

Com forte presença no imaginário popular, a Folia de Reis mantém características antigas, preservando cantos, danças, ritmos e melodias há várias gerações, cujos traços típicos se manifestam nas catiras, lundus, curraleiras e muitas outras criações de Grupos, Companhias e Ternos de Reis.

“Nossos pais, nossos avós já faziam essas festas. Temos que continuar a tradição, né?”
Joaquim de Felipe - grupo Unidos pela Fé

Para o coordenador do Encontro, Volmi Batista, um dos maiores feitos das agora nove edições do evento foi reaproximar pessoas que atualmente moram em Brasília, vindas de outros estados, com manifestações populares que fizeram parte de sua formação cultural e afetiva.

O reencontro de uma família

Dividida entre Brasília e Bonfinópolis de Minas (MG), a família Vieira aproveita o Encontro de Folias de Reis para se reencontrar.

- A nossa família é muito grande. Tem parente que a gente só encontra aqui no evento. Contando o pessoal que vem de lá, a nossa caravana completa deve chegar a umas 90 pessoas - conta, alegre, José Nucías Vieira, do grupo Irmãos Vieira.

Com quase 100 anos, o grupo só foi ter um nome em 2000, quando gravou o primeiro CD.

- Antes a gente era conhecido como Folia de José de Cesário, meu avô [no interior, as pessoas são conhecidas com referência ao pai ou à mãe]. Depois, Folia de Manuel Vieira, meu pai. Só agora, quando fomos gravar o CD, que o Roberto Correa disse que a gente precisava de um nome. Então ficou Irmãos Vieira - conta.

Com quatro filhos, todos integrando o grupo, José Nucía garante que continua a tradição familiar. “Mas o grupo não é só da família, não. Quem tiver possibilidade e quiser participar, é bem vindo”, diz.

Shows de violeiros famosos

Todas as noites do Encontro de Folia de Reis têm shows com violeiros e duplas caipiras bastante conhecidas do público. Na programação, marcam presença desde Almir Sater, cujo show abre o evento, até Inezita Barroso, que o encerra (uma homenagem da organização ao Dia Internacional da Mulher).

Outros nomes, como Roberto Correa, Zé Mulato e Cassiano e Chico Lobo também estão confirmados.

Além dos shows, as noites são abertas com apresentações das folias de reis, também presentes em apresentações livres, no coreto. Na tarde de sexta-feira, um arrastão cultural faz um giro pela Esplanada dos Ministérios.

(fotos: divulgação/ Encontro de Folia de Reis do Distrito Federal)

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